
Depois de entender que combustível não deve ser tratado apenas como commodity, muitas empresas enfrentam um segundo desafio: a falta de gestão estruturada. Profuel e o especialista Gilles Laurent Grimberg mostram como controle, análise de dados e tecnologia transformam o combustível em uma ferramenta estratégica para frotas e operações, conectando eficiência operacional diretamente ao resultado financeiro.
Superada a ideia de que combustível é apenas um item de custo, surge uma nova pergunta dentro das empresas: como gerir esse insumo de forma inteligente? É nesse ponto que muitas operações ainda encontram dificuldades — não por falta de intenção, mas por ausência de método, dados e integração entre áreas.
Para a Profuel, especializada em soluções técnicas voltadas à eficiência de motores e operações, gestão de combustível começa com visibilidade. “Não se gerencia o que não se mede. Sem dados confiáveis de consumo, abastecimento e comportamento operacional, o combustível segue sendo um custo invisível”, afirma Gilles Laurent Grimberg, especialista em combustíveis e comportamento de motores.
Na prática, a gestão inteligente envolve o uso de tecnologias de monitoramento, análise de consumo por veículo, rota e perfil de operação, além do cruzamento dessas informações com indicadores de manutenção e disponibilidade. Quando esses dados passam a ser analisados de forma integrada, surgem oportunidades reais de correção de desvios, redução de desperdícios e ganho de eficiência.
Do ponto de vista técnico, o combustível influencia diretamente o desempenho do motor, mas é a forma como ele é utilizado que define o impacto no custo total da operação. Condução inadequada, abastecimento fora de especificação, ausência de controle e falta de padronização transformam um insumo essencial em fonte constante de perdas silenciosas.
Para frotistas, operadores e gestores, o combustível deixa de ser apenas um item do financeiro e passa a ocupar um papel estratégico na operação. “Quando a gestão é feita com base em dados, o combustível se torna um indicador de eficiência, não apenas uma despesa”, explica Gilles.
É nesse contexto que a atuação conjunta da Profuel e de Gilles Laurent Grimberg ganha relevância. Ao unir produto, tecnologia e conhecimento técnico aplicado, a proposta é orientar o mercado na construção de processos mais maduros de gestão energética, corrigindo práticas empíricas e substituindo achismos por decisões técnicas.
Você sabia?
- Muitas operações ainda não possuem controle detalhado de consumo por veículo ou rota, o que dificulta a identificação de desperdícios.
- A falta de integração entre dados de abastecimento e manutenção impede uma visão real do custo total de operação.
- Pequenos desvios de consumo, quando repetidos diariamente, geram impactos financeiros significativos ao longo do ano.
- Gestão de combustível eficiente começa com dados, mas se consolida com análise e tomada de decisão.
Dica para CFOs, frotistas e gestores
Avalie o combustível como indicador de eficiência operacional.
Acompanhar consumo real, desvios por operação e relação entre abastecimento e manutenção permite decisões mais precisas, reduz perdas silenciosas e melhora a previsibilidade financeira da frota.
Segundo Gilles, a maturidade na gestão de combustível está diretamente ligada à competitividade das operações. “Empresas que tratam combustível como estratégia conseguem transformar informação em vantagem operacional. As demais continuam reagindo a problemas que poderiam ser evitados”, resume.