Dica AlbarusShocks: Como saber a hora certa de trocar buchas, batentes e coxins do amortecedor

Manter todos os componentes do sistema de suspensão em bom estado é tão importante quanto trocar molas e amortecedores periodicamente. Mas como verificar e saber quando itens como coxins, buchas, batentes e demais componentes precisam ser substituídos? Acompanhe nesta dica preparada por nossos técnicos

O sistema de suspensão e direção do veículo opera de forma integrada, ou seja, todos os itens formam um só conjunto, cujo objetivo é manter os pneus em contato com o solo e, ao mesmo tempo, assegurar o conforto de rodagem para os ocupantes.

Por mais insignificante que pareça, um único componente danificado ou desgastado pode alterar o funcionamento de todo o conjunto, comprometendo a eficiência do conjunto e gerando riscos aos ocupantes do veículo

Além do estado dos amortecedores e das molas, uma série de problemas podem ser atribuídos a defeitos nos componentes da suspensão, tais como pneus com desgaste irregular, ruídos rodagem, estabilidade comprometida e até mesmo o desgaste prematuro dos itens principais, os amortecedores e molas.

Assim, antes de condenar e trocar o amortecedor e a mola, é fundamental avaliar o estado dos componentes de borracha do conjunto. Buchas de bandeja ressecadas ou trincadas podem alterar o movimento e o posicionamento das mesmas, provocando ruídos e ângulos incorretos de câmber e cáster nas rodas.

Outros fatores a serem considerados são os ruídos excessivos e folgas, que podem vir dos pivôs (ou juntas esféricas) existentes nas bandejas e terminais de direção, da bucha do braço auxiliar presente em alguns modelos, das bieletas e buchas da barra estabilizadora.

Fique atento também aos coxins de apoio de motor e câmbio quando apoiados ou não no quadro de suspensão.  Estes coxins em mal estado de conservação provocam vibrações e movimentos excessivos do conjunto motor e câmbio, o que gera ruídos, trancos nas acelerações e até pular a marcha, que é quando a marcha escapa.

Os amortecedores são fabricados para durar, em média, 40 mil quilômetros, mas isso pode variar dependendo da forma de condução do motorista e o tipo de uso do veículo.

É recomendável fazer revisões periódicas a cada 10 mil quilômetros ou 6 meses, dependendo do plano de manutenção do veículo para avaliar se as demais peças da suspensão podem estar danificadas ou comprometidas.

Procedimento para verificação do conjunto

  1. O primeiro passo para a manutenção do sistema é verificar o estado da suspensão. Para isso, antes de elevar o carro e iniciar a desmontagem, verifique com a ajuda de uma alavanca se existem folgas nos componentes.
  2. Analise, também, o estado de conservação dos guarda-pós que protegem os pivôs, os terminais de direção e as juntas homocinéticas. Caso encontre algum destes protetores avariado, providencie a sua substituição.
  3. Com o veículo no elevador e com as rodas ainda instaladas, faça uma verificação de folgas nos braços axiais, terminais de direção e coxins do amortecedor, movimentando as rodas como se fosse retirá-las do veículo.
  4. Em seguida, é a vez dos rolamentos de roda. Para verificá-los gire as rodas e, com elas em movimento, veja se não existem vibrações na mola de suspensão. Este procedimento ajuda a diagnosticar se uma possível queixa de vibração é resultante de um rolamento danificado ou de outros componentes, tais como: pneu com a banda de rodagem avariada ou bolhas, rodas tortas ou sem balanceamento, freios com trepidação etc.
  5. Verifique o estado de conservação da coifa e demais componentes do sistema.
  6. Se precisar retirar o conjunto da suspensão do veículo, fixe-o em uma bancada para facilitar a desmontagem e substituição dos componentes. Aproveite e faça uma nova inspeção verificando o guarda pó, calço de mola e o rolamento do coxim superior.
  7. Caso seja necessário, substitua o calço da mola para evitar ruídos após a instalação do conjunto no veículo. Este componente evita o contato metal com metal entre a mola e o suporte de fixação do amortecedor.
  8. Verifique se a mola não está com a pintura descascando ou com marcas de batidas entre os elos. Se necessário, substitua o componente. A mola também deve ser substituída a cada duas trocas de amortecedor, ou a cada 80 mil Km.
  9. Verifique o rolamento superior da torre do amortecedor, que deve girar livremente. O guarda pó tem um papel muito importante na vida útil do amortecedor, que é protegê-lo contra as impurezas, que podem riscar a sua haste e prejudicar o seu funcionamento.
  10. Outro componente que deve ser verificado é o batente, que serve como uma mola auxiliar e evita pancadas bruscas no caso de o amortecedor chegar ao final de curso.

Por fim, mas não menos importante, ao fazer a substituição de qualquer componente no sistema de direção e suspensão, escolha marcas de qualidade e confiança, como a linha de produtos AlbarusShocks.

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