Onei

Demoliner Tidra

Uma história de 25 anos de dedicação e muito amor à Dana – Onei entrou na empresa ainda adolescente e, mesmo depois de aposentado, seguiu atuando como prestador de serviço numa trajetória de muitas alegrias.

Em 1972, começava a história de Onei na Dana – o SENAI era conveniado com a empresa e a Dana subsidiava o curso dos alunos. “Ganhávamos um salário e, nas férias escolares, estagiávamos dentro da empresa. Eu tinha 14 anos e estar lá dentro foi uma grande oportunidade pra mim”, relata. Essa primeira fase na Albarus durou quase 3 anos, até ele sair para atuar em outra empresa.

10 anos depois, em 1982, Onei saiu desta empresa e começou a buscar recolocação no mercado de trabalho, já com alguma experiência em Ferramentaria. “Todo mundo que trabalhava neste meio se conhecia e, um dia, encontrei um conhecido num processo seletivo e ele falou que a Dana procurava ferramenteiro. Larguei a fila do processo seletivo e fui pra Dana. Fiz a ficha e, no dia seguinte, eu estava empregado”, conta, aos risos.

Em agosto de 1982 começaria, então, sua carreira de 25 anos na empresa. Onei diz que tem ótimas lembranças deste começo na Albarus. “Fui contratado para trabalhar com Ferramentaria na Forjaria, um lugar com um ritmo quase próprio de trabalho. É o coração da empresa e convivi com muitos colegas que precisavam ser extremamente pacientes e cuidadosos ao fresar peças que demoraram dias a ser fabricadas… É um trabalho mais minucioso que muitos imaginam à primeira vista”, diz.

Ele trabalhou até 1987 nesta função, quando foi promovido a Mestre de Ferramentaria na Matrizaria. “Mas dizer que trabalhei só na Matrizaria seria injusto, já que volta e meia estávamos dentro da Forjaria para resolver algum problema ou reajustar alguma máquina ou ferramenta”, explica.

Onei diz que uma recordação marcante da empresa são os muitos cursos que ele fez em todo seu tempo de Albarus. “Na década de 90, estávamos na busca de uma certificação da ISO 9000 e a empresa nos ofereceu muitos cursos de capacitação no assunto. Participei bastante deste processo e hoje tenho diplomas e mais diplomas e casa – e, se pudesse, teria feito ainda mais cursos. Todos os cursos que fiz lá também me fizeram chegar onde cheguei”, afirma.

Ele se aposentou em 1997 mas seguiu trabalhando dentro da empresa até 2000. “Foi quando recebi a oportunidade de trabalhar pra Dana como prestador de serviço. Trabalhei lá dentro mais 7 anos, o dia todo, até mais do que trabalhava quando estava lá dentro como colaborador. Eu comecei trabalhando somente na Forjaria mas, quando vi, estava atendendo todas as divisões”, conta. Hoje, Onei trabalha com surdina esportiva para motos pesadas – projeto que ele iniciou logo após o fim da prestação de serviços pra Dana. “Tenho o maior orgulho disso também – tenho uma empresa pequena que atende o Brasil todo”, relata.

Onei diz que se emociona ao chegar na empresa para os encontros dos veteranos e que sente saudades de colegas que ainda estão dentro da empresa, trabalhando. “É muito gratificante este encontro dos Veteranos. Eu cresci como profissional e como pessoa dentro da Dana. Ali eu fiz a minha vida, até a minha personalidade foi moldada ali também, as coisas que consegui pra minha família. Sou muito grato à empresa e sonho sempre com o trabalho de lá”, diz.

Ele é casado com Gildete e tem duas filhas, Giselle e Lisiane, que lhe deu dois netos, Guilherme e Laís. Seus hobbies? Viajar para a praia e curtir muito os netos!

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“É muito gratificante este encontro dos Veteranos. Eu cresci como profissional e como pessoa dentro da Dana. Ali eu fiz a minha vida, até a minha personalidade foi moldada ali também, as coisas que consegui pra minha família. Sou muito grato à empresa e sonho sempre com o trabalho de lá.”

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