Jorge Augusto Tafras

Jorge Augusto

Tafras

Ao todo, foram 20 anos de trabalho no que ele considera sua maior escola profissional – Jorge Tafras recorda com carinho toda sua trajetória na Dana e diz que, se fosse hoje, faria tudo novamente.

A história de seu início na empresa é semelhante a de muitos brasileiros: aos 17 anos, jovem e inexperiente, abraçou a oportunidade de trabalhar como office boy como quem sabia que ela poderia mudar seu rumo profissional. Através do contato de Sérgio Barros Elias, Jorge começava a trabalhar na Racine, empresa da Dana que ficava em Cachoeirinha, em 1984. “Minha função inicial era trabalhar no que chamávamos de ‘pombal’, um lugar onde ficavam todas as correspondências que eu levava de um setor a outro da empresa, e outras funções típicas de office-boy também”, diz. Natural de Gravataí, Jorge diz que nunca havia nem ido até o Centro de Porto Alegre antes de trabalhar na Dana – o que ainda faria inúmeras vezes nos seus 7 meses nesta função.

Logo apareceria uma nova oportunidade, que Jorge novamente abraçou: foi convidado a trabalhar como Auxiliar de Contas a Pagar. “Quando chegou meu primeiro salário, lembro de pensar, incrédulo: ‘o que vou fazer com todo esse dinheiro?’ – isso mostra o quão inexperiente eu era”, conta, sorrindo. Jorge diz que contou com muito apoio da chefia para se autoafirmar e ir descobrindo o que podia fazer dentro da empresa para desempenhar um bom trabalho. Logo, ele cuidava da folha de pagamento de todos os funcionários daquela divisão.

Em seguida, estaria projetada uma mudança para sua carreira: seguindo um planejamento nacional da empresa, a Dana decidiu centralizar todo o setor Financeiro em Porto Alegre. Com essa decisão, Jorge deixaria de trabalhar em Cachoeirinha, onde estava construindo sua trajetória até então, e iria para a divisão da capital gaúcha. “Nossa fábrica era menor, tinha uma cultura de acolhimento muito forte, e foi bastante desafiadora a mudança – mas acabei ficando 5 anos lá”, afirma.

Jorge passou a ser Auxiliar de Tesouraria e fazia os pagamentos da Dana Albarus de São Paulo, Gravataí, Sorocaba, Cachoeirinha… O objetivo era centralizar tudo em um só setor para que houvesse mais controle sobre os processos, e ele se viu trabalhando na área Financeira e Contas a Pagar. “Cuidávamos das Duplicatas da Albarus Transmissões Hidráulicas, de toda a Dana Brasil e da Racine também, mais as folhas de pagamento, fundos de garantia e pensões… Era um trabalho imenso – mas uma época de grande aprendizado também”.

Foi também nessa época que Jorge sentia que começava a se desenhar uma mudança profissional na sua vida – que se concretizaria algum tempo mais tarde. “Eu sentia que tinha limitações técnicas trabalhando num setor de tanta lógica e exatas, e achava que talvez meu caminho estivesse em outro departamento”, lembra. Mas, até chegar essa fase, Jorge ficou muito feliz ao saber que iria voltar para Cachoeirinha – mais precisamente, para o Departamento de Contabilidade.

Um dia, ainda com aquela ideia de trabalhar em outro departamento, teve uma conversa com o Controller da divisão de Cachoeirinha, Ednilson Reis. “Eu trabalhava como Auxiliar de Contabilidade e achava que não tinha pra onde crescer, estava me vendo sem possibilidades. Achei que inclusive podia ser a hora de sair da empresa”. Não demorou muito e um convite veio do departamento de Recursos Humanos através do gestor Carlos César Machado Alves. “Ele me convidou para fazer uma experiência com ele na área de RH e comecei mesclando as duas áreas, trabalhando como Analista da Folha de Pagamento e também fazendo as reconciliações de contas financeiras”, diz.

Dali pra diante, ele estava “em casa” e descobriu sua maior paixão: trabalhar com algo mais humano, o ativo mais importante de uma empresa: os colaboradores. “Em seguida assumi o Programa de Melhoria Contínua – o PROMECON – o que foi muito recompensador, e também ajudei na implantação de um programa de Ideias Rapidas, que encontrou muito apoio na diretoria da empresa, especialmente de Edgar Bertinger…”, diz.

Como Coordenador do PROMECON, Jorge trabalhava conciliando os interesses dos colaboradores e da empresa, uma tarefa que pode, sim, ser difícil. “Preparei-me muito pra isso – só na área comportamental e de liderança, fiz mais de 90 cursos dentro da empresa, além de também ser Supervisor Certificado Albarus. Mas o que eu amava mesmo era ter uma boa amizade com o pessoal de vários departamentos, ter livre trânsito para realizar minhas funções”, diz.

Depois disso, a Parker compraria a Dana da Cachoeirinha e Jorge seguiu carreira nesta empresa, mas lembra sempre com carinho de todos seus 20 anos como albariano. “Fui muito feliz ali, foi na Dana que construí minha identidade profissional. É uma empresa de princípios e valores sólidos e ali aprendi a base para tudo o que sei hoje – além de ter me aprimorado como pessoa também”, conclui.

Hoje, Jorge curte ficar na companhia do filho, Rafael, de 22 anos, trabalha como Diretor da Fundação Casa dos Sonhos, em Gravataí, há 1 ano e é Cônsul Comunicador do Grêmio Football Porto-Alegrense. Administra uma fanpage e um grupo chamado Gremistas de Nascimento e é um apaixonado por seu clube de futebol.

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“Fui muito feliz ali, foi na Dana que construí minha identidade profissional. É uma empresa de princípios e valores sólidos e ali aprendi a base para tudo o que sei hoje – além de ter me aprimorado como pessoa também”.

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