Célio

Justin Bobsin

33 anos de dedicação, muito trabalho dentro da Divisão de Cardans e excelentes amigos: Célio diz que, se pudesse, faria tudo de novo.

Em junho de 1986, Célio foi admitido na antiga Albarus – ele lembra que era um sonho antigo trabalhar na empresa, que sempre foi muito bem conceituada entre os trabalhadores da indústria. “Eu trabalhei em outras fábricas, como a Souza Cruz, e um amigo meu chamado Vanderlei um dia me avisou que a Albarus havia aberto vagas para trabalhar – no dia seguinte, faltei trabalho na Souza Cruz e fui preencher ficha na Albarus – logo, seria admitido na Albarus mas nunca imaginei que ficaria tanto tempo ali”, diz.

Célio iniciou sua carreira na Albarus trabalhando como Auxiliar de Produção nos Terminais do Cardan. “Meu começo na empresa não foi difícil – fui bem recebido pelos colegas e me adaptei rapidamente ao trabalho. Logo comecei a trabalhar na Furadeira como Operador de Máquina e, em seguida, fui trocando de função: passeio pra Brochadeira, pro Torno… Pela maioria das operações dali”, explica.

Durante 4 anos, ele trabalhou neste setor, passando pelas diversas funções. Depois disso, ele foi transferido para o que era o Almoxarifado de Ferramentas. “Minha função era afiar, montar e preparar as ferramentas que eram usadas dentro da fábrica. É um cargo de muita pressão, porque a fábrica não pode parar nunca, mesmo que uma ferramenta necessite de ajustes”, disse.

Ao mesmo tempo que ia tendo novas conquistas profissionais, Célio conseguiu terminar os estudos. “Eu não tinha terminado minha escolaridade e, em 1986, havia uma parceria de ensino em que os colaboradores conseguiam se formar estudando pela Albarus. Fiquei muito feliz quando conquistei isso”, lembra.

Além disso, ele fez cursos técnicos em mecatrônica também através de uma parceria que havia entre a Albarus e a Escola Técnica de Pelotas. “Fiz diversos cursos na área de metalurgia e desenho técnico nessa época, por volta de 1998, quando havia este convênio”, diz.

Célio também trabalhou como Técnico do Preset – um tempo de muito trabalho, aliás – e também cuidando da manutenção dos dispositivos. “Sempre gostei muito do que eu fazia, era um serviço bom. Tanto que, às vezes, ainda sonho que estou trabalhando durante a noite”, conta, aos risos.

Ele trabalhou nos 3 turnos de fábrica, alternando conforme a necessidade de suas chefias, com quem também sempre teve boa relação. Ele inclusive diz que, até hoje, mantém contato com alguns colegas da Albarus e que sempre teve uma boa relação de amizade com eles.

Ele se aposentou em 2010 mas seguiu trabalhando na Dana até maio de 2019. “Tudo valeu a pena e, se pudesse voltar no tempo, faria tudo de novo com certeza. Vivi muita coisa dentro da empresa e deixei muitos amigos e histórias lá”, conclui.

Casado com Rejane Teresinha Bitello Bobsin, tem 2 filhos, Juliana e Felipe, e um netinho, Eduardo, de 1 ano e 5 meses, a alegria dos avós. Além de curtir a família, ele curte assistir seu time pela televisão – o Grêmio – e faz exercícios todos os dias para manter a saúde em dia.

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“Tudo valeu a pena e, se pudesse voltar no tempo, faria tudo de novo com certeza. Vivi muita coisa dentro da empresa e deixei muitos amigos e histórias lá”.

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