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Acervo Jean Manzon
1940: folionas preparando-se para o Carnaval Imagem: Jean Manzon

O francês Jean Manzon chegou ao Brasil em 1940, aos 25 anos, depois de trabalhar no jornal France-Soir, na revista Paris-March e para o serviço cinematográfico da Marinha Francesa. Primeiro atuou no Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado Novo de Getúlio Vargas. Entre 1943 e 1952, fotografou para a revista O Cruzeiro, numa parceria com o jornalista David Nasser que marcou época. Em 1952, criou sua produtora cinematográfica e tornou-se o maior expoente do documentário brasileiro.

Manzon revelou aspectos até então desconhecidos do país e foi capaz de resgatar o que era comum sob novos pontos de vista. Nos legou uma rica iconografia que abrange os mais diversos temas: nações indígenas (em viagens com os irmãos Villas Boas), tipos humanos regionais, natureza, cidades, indústrias, carnaval ou problemas sociais.

Jean Manzon morreu em Portugal, em 1990. A Acervo Cultural Brasil adquiriu sua coleção anos depois e iniciou os trabalhos de pesquisa, catalogação, manutenção, restauração e digitalização dos 752 documentários e mais de 17 mil negativos fotográficos. A Dana integra o grupo de empresas que apóia o projeto, com base na Lei Federal de Incentivo à Cultura.

No site do Acervo Jean Manzon, confira a vasta galeria de um dos primeiros fotográfos – junto com Henri Ballot e José Pinto – a revelar as diversas faces dos índios do Xingu, tornando-se o grande fotográfo entre as décadas de 40 e 70. A partir de 1952, dirigiu e produziu mais de 900 documentários. 23 deles foram recuperados com o patrocínio da Dana e podem ser assistidos no site www.dana.com.br/historia

A restauração e disseminação das mais significativas produções sobre o parque automotivo nacional fizeram parte do projeto histórico de comemoração dos 60 anos da Dana no Brasil e dos 50 anos da indústria automobilística brasileira. Como parte do plano de disseminação desse conteúdo, além dos filmes na Internet, a Dana doou cópias com acesso livre ao público para museus, centros de documentação, clubes de antigomobilismo e instituições voltadas à preservação da história dos transportes.

Veja mais: Site do Acervo Jean Manzo