Produção industrial é impulsionada por alta de 1,1% no setor de som automotivo

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção na indústria automotiva teve alta de 1,1% no Brasil, percentual registrado em 2018 em comparação ao ano de 2017. A instituição também aponta 12,6% no crescimento de reboques e carrocerias na comparação anual.

 

Outros incentivos surgiram de áreas como metalurgia, com alta de 4% ao ano; celulose e papel, com 4,9%; máquinas e equipamentos, com 3,4%; produtos farmoquímicos e farmacêuticos registrando 6,1%; derivados de petróleo e biocombustível tiveram aumento de 1%; por fim, os eletrônicos e ópticos ficaram em 2,6% de crescimento.

 

Segundo os números apresentados pelo IBGE, dentre as categorias econômicas, houve crescimento na produtividade de bens e consumo, registrando 7,6% em 2018. Já 2017, na comparação, foi levado pela alta de 10,8% na produção de automóveis. Quanto aos bens de capital, a indústria teve avanço de 7,4%, impulsionada por equipamentos de transportes (13,8%) e de construção (25,2%).

 

Apesar da grande maioria das categorias ter apresentado ótimos resultados durante o ano, é de suma importância recordar que 2018 passou por momentos muito difíceis devido à paralisação dos caminhoneiros no mês de maio. Houve ainda uma extrema fragilização do mercado de trabalho, a crise que assolou a Argentina, além do momento instável do período eleitoral. Assim, o setor industrial foi afetado enormemente por esses fatores no decorrer de 2018.

 

De acordo com o IBGE, a Focus realizou uma pesquisa recentemente que mostra as expectativas dos economistas para 2019, com prognósticos de avanço de 3,3% na indústria para o ano, além de 3% para 2020.

 

Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi realizado um estudo por parte da Consultoria Berger que aponta o avanço no mercado de som e acessórios automotivos nos últimos anos.

 

Os dados da pesquisa mostram que houve um faturamento de R$ 2,68 bilhões, inclusive tendo os valores atualizados após quatro anos. Isso ocorreu durante o momento em que a inflação chegou a 34,21%, segundo a mesma instituição.

 

A pesquisa também mostrou que foi mantido em 10% o custo da parcela no mercado. O valor em questão está relacionado exclusivamente ao setor de som e acessórios.

 

Nesse mesmo estudo, também foram apresentadas as principais categorias desse segmento, tendo entre elas as rodas de alumínio e os alto falantes. Além disso, os aspectos voltados ao conforto e à segurança também estão entre os mais populares, como trava, alarmes e acionadores elétricos de vidros, personalização (tuning). Equipamentos de transporte (engates, racks, bagageiros, entre outros) também entram na lista.

 

O estudo revelou que a maioria dos consumidores de acessórios são jovens com idade entre 20 e 30 anos, da classe social B e C, e todos com grande acesso a crédito.

 

O objetivo da apresentação do estudo era finalizar com uma previsão, ou seja, o setor de autopeças de reposição, bem como o de acessórios, seguiria avançando, mesmo enfrentando transformações estruturais. Ainda foi previsto o crescimento contínuo do setor de acessórios alinhado com o avanço geral.

 

Os dados mostram o quanto o mercado brasileiro de reposição vem crescendo, mesmo em meio à crise, com a tendência de crescimento de aproximadamente 4,6% ao ano.

 

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