Consórcio de veículos segue em expansão

AutoIndústria

 

O sistema de consórcio registra desempenho positivo em todos os segmentos veiculares. O que mais cresce no ano é o de pesados – caminhões, ônibus, tratores, implementos agrícolas e rodoviários -, com alta de 26% no total de cotas adquiridas e de 28% no valor de créditos comercializados.

 

Conforme dados divulgados na quarta-feira, 19, pela Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, foram registradas 36,6 mil adesões ao sistema nos primeiros sete meses do ano e movimentados nos período mais de R$ 5,5 bilhões de créditos. O número de participantes ativos no segmento de pesados atingiu 293 mil em julho, total 6,5% superior ao registado um ano antes (275 mil).

 

Motos

 

No caso das motocicletas, as vendas de novas cotas cresceram 14% no acumulado de janeiro a julho e os créditos comercializados subiram 12% este ano em relação ao mesmo período de 2017.

 

Em julho, o número de adesões bateu recorde no ano, com 86 mil novas cotas vendidas. A potencial participação das contemplações nas vendas internas de motos foi de 53,6%. Mais da metade das vendas do segmento, portanto, podem ocorrer via consórcio.

 

Nos primeiros sete meses foram negociadas 561,7 mil novas cotas de motos, ante as 491,1 mil de janeiro a julho do ano passado. No mesmo comparativo, os créditos comercializados atingiram, respectivamente, R$ 4,68 bilhões e R$ 4,18 bilhões. O número de participantes ativos no segmento de duas rodas chegou a 2,2 milhões em julho, alta de 4,8% sobre o mesmo período de 2017.

 

Veículos leves

 

As vendas de novas cotas e os créditos comercializados no caso dos automóveis e comerciais leves expandiram-se em, respectivamente, 5,4% e 4,7% no ano. Foram 647 mil adesões e R$ 26,9 bilhões negociados no segmento.

 

No segmento de veículos leves, a potencial participação das contemplações nas vendas do mercado interno foi de 28% no acumulado até julho, ou seja, quase 1/3 das vendas ocorreram via consórcio. O número de participantes ativos chegou a 3,6 milhões em julho. O tíquete médio no segmento teve pequena queda, baixando de R$ 43,2 mil para R$ 42 mil. (AutoIndústria)