Cálculos que fazem a Dana girar

Cálculos que fazem a Dana girar

Equipe Gravataí: Larissa Luz, Rodrigo Martins, James Figueiredo, Kátia DIas, Júlio Harada, Jenifer Cardoso, Tatiana Santos e Lucas Rodrigues

Uma equipe enxuta e eficiente compõe a Tesouraria da Dana. Os 13 colaboradores, 10 em Gravataí e três em Jundiaí (SP), gerenciam os recursos em caixa ou necessários. É na planta de Gravataí que estão concentrados todos esses esforços que envolvem números, cálculos de risco e prazos, entre tantas outras atividades. Além do Brasil, a unidade é responsável por coordenar as operações de tesouraria da Dana na Argentina, Colômbia e Equador. De acordo com o Gerente Sênior de Tesouraria, Júlio Harada, as funções do setor podem ser definidas como gerenciamento de fluxo de caixa, mas também envolvem gerenciamento dos riscos financeiros e de crédito de clientes e relacionamento com as instituições financeiras (bancos). Também fazem parte da estrutura da Tesouraria da Dana as áreas de contas a receber e a pagar.

Equipe Jundiaí: Tatiane de Assis (E), Giane Fioresi e William de Oliveira

As entradas e saídas de recursos de todas as áreas da companhia são analisadas, assim como tudo que diz respeito a valores. Todas as informações são revisadas a curto (diariamente), médio (próximos três meses) e longo (próximos 12 meses) prazos. O curto prazo é necessário para avaliar se há recursos para o que está sendo feito ou planejado ou que ações deve tomar, além de cobranças. “No mercado de reposição, por exemplo, temos a cobrança escritural. Os bancos emitem esses boletos e os enviam aos clientes de forma eletrônica”, explica Harada.

Dentre as diversas áreas da empresa, a Tesouraria é a que mais interage com as demais. Relações com o setor de Vendas, Compras, Logística, RH e com a própria planta são constantes. Segundo o gerente, isso ocorre porque todos os dados implicam em geração ou captação de recursos. Ou seja: tudo acaba no fluxo de caixa da companhia.

A Tesouraria trabalha de maneira antecipada quando o assunto é um novo projeto/produto. Com as informações recebidas da planta, o setor consegue projetar o investimento e se há necessidade de captação. “Capex [abreviação da expressão em inglês “capital expenditure”, ou gasto de capital] significa quanto vamos gastar de capital para compra de ativos que vão produzir as peças. São máquinas, equipamentos. Recebemos essas informações e começamos o planejamento da necessidade futura de caixa/recursos. Quando temos essa previsão de investimento, como Tesouraria olhamos primeiro o fluxo de caixa e se existe o recurso necessário para tudo aquilo que está previsto no ano ou se precisamos de mais recursos”, detalha o gerente. Se há necessidade de captação, a Tesouraria avalia as taxas de juros do mercado, compara com as taxas obtidas pela Dana no exterior e faz a melhor escolha.

A definição de uma nova operação ou produto não é da Tesouraria, mas o modo como isso deve ser conduzido sim. Passam pela área desde a compra de um simples lápis aos investimentos em ativos fixos. Os pagamentos de salários também são responsabilidade do setor.

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