Izídio José

Corti

Ele iniciou sua carreira na Dana Gravataí em 1985, no Departamento de Recursos Humanos, onde permaneceu trabalhando em diferentes funções até 2011. Sente-se grato por tudo o que a empresa lhe proporcionou e tem orgulho de toda sua trajetória profissional.

Nascido no pequeno município de Videira (Santa Catarina) e desde os dois anos criado em Guaporé (que fica a 150 km de Porto Alegre), mudou-se para a Capital ainda adolescente e só sabia trabalhar na roça. Aos 17 anos, incentivado por seu padrinho, veio à Porto Alegre tentar uma vida melhor. “Eu só sabia capinar, e demorei 1 ano pra conseguir meu primeiro emprego aqui, numa pequena construtora, na área de Pessoal. Nunca esqueço que, quando recebi meu primeiro salário, fui no Guaspari e comprei uma camisa”, ri ele.

Antes de entrar na Dana, trabalhou num posto de gasolina e, durante 7 anos na Zivi Hércules (hoje, Mundial S/A). “Na Zivi, também trabalhava o Euclécio Zanetti – ele dividia apartamento comigo e saiu da Zivi pra ir para a Albarus. Logo em seguida, me avisou que tinha vaga lá também e eu me candidatei”, lembra. Com toda sua experiência em Recursos Humanos, logo foi contratado para trabalhar no Departamento de Cargos e Salários. “Fazíamos pesquisa de mercado, cuidávamos da remuneração dos colaboradores e também da estrutura de carreira deles”, explica.

Ele começou sua carreira como Analista de Cargos e Salários em 1985, ainda no prédio da rua Joaquim Silveira, em Porto Alegre. “Eu escrevia as descrições dos cargos, descrevendo quais suas tarefas competências exigidas para ocupar o cargo – na época, isso era importante. Passei por centenas de fases de Recursos Humanos, essa era uma tendência dessa época pré-informatização”, explica. Izídio trabalhava com seu amigo Euclécio Zanetti, com Humberto Assunção, Paulo Cesar de Oliveira e sob o comando do Dr. Luiz Manoel de Oliveira, e ele diz que se adaptou rapidamente à Albarus porque os colegas de empresa eram muito acolhedores.

Izídio trabalhou nesta função até maio de 2000 e respondeu para diversos Diretores de Recursos Humanos diferentes. “Trabalhei com o Dr. Luiz Manoel Rodrigues, depois com o Marcelino Perlott, outra experiência espetacular que tive dentro da empresa, e depois com o Tito Livio Goron, outra pessoa boa de se trabalhar”, relata. “Também tive a grata satisfação de responder ao Paulo Cesar de Oliveira, quando ele assumiu a Diretoria de RH Brasil”, diz.

Izídio lembra que as políticas de Recursos Humanos para toda a empresa saíam da unidade de Porto Alegre para Sorocaba, São Paulo, Osasco, Piracicaba e demais unidades da Dana. “Eu fazia a ligação entre todas estas fábricas para disseminar as regras gerais sobre remuneração e os benefícios da empresa, das festas de final de ano… viajou bastante, neste período, pois precisava levar as diretrizes decididas pela Corporação para as outras unidades. Eu sempre gostei de trabalhar no RH porque tenho perfil de conciliador e o profissional dessa área precisa defender o colaborador e a empresa também”, afirma.

Em maio de 2000, Izídio foi transferido para a Divisão de Gravataí para cuidar do Departamento de Recursos Humanos da unidade. “Ser promovido a gerente de uma unidade do tamanho da de Gravataí foi um pouco assustador e assumi o cargo porque o César Alves foi transferido para Sorocaba, então ocupei a posição de gerente”, lembra. Sua missão era unificar todos os Departamentos de Recursos Humanos da unidade de Gravataí, que haviam sido compartimentados em cada uma das fábricas das unidades da Dana, separadas por tipo de produto. “Conseguimos unificar tudo em Gravataí depois de muito trabalho e luta, pra nossa grande alegria”, conta, “a partir daí, ficou muito mais simples trabalhar”.

Ele permaneceu por 11 anos como Gerente de Recursos Humanos em Gravataí, até tornar-se responsável pelo Programa de Redução de Acidentes de Trabalho da Dana. “Continuava como gerente cuidando do relacionamento com os Sindicatos, além de questões com o Ministério Público e Ministério do Trabalho. Passou a responder a Carmen Piccini, que havia assumido a Diretoria de RH, que além destas tarefas também comandava as áreas de Desenvolvimento de Pessoas e Treinamento”, afirma.

Izídio permaneceu até novembro de 2011 no mesmo cargo, como Gerente de Recursos Humanos. Trabalhou por 26 anos na empresa, e até hoje segue na ativa – sua sócia, agora, é sua esposa Adriana. “Meus colegas fizeram uma série de homenagens, foi bem emocionante. Meus últimos tempos de Dana foram trabalhando com o Juarez Costa e esta foi uma das minhas melhores fases de empresa. Na área trabalhista, sigo prestando serviços pra Dana, que foi uma grande escola pra mim”, conclui.

Izídio José Corti

“Meus colegas fizeram uma série de homenagens, foi bem emocionante. Meus últimos tempos de Dana foram trabalhando com o Juarez Costa e esta foi uma das minhas melhores fases de empresa. Na área trabalhista, sigo prestando serviços pra Dana, que foi uma grande escola pra mim”.

Izídio José Corti