{"id":75850,"date":"2024-08-22T08:28:19","date_gmt":"2024-08-22T11:28:19","guid":{"rendered":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=75850"},"modified":"2024-08-22T08:28:19","modified_gmt":"2024-08-22T11:28:19","slug":"a-dificil-adocao-de-onibus-a-tracao-eletrica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2024\/08\/22\/a-dificil-adocao-de-onibus-a-tracao-eletrica\/","title":{"rendered":"A dif\u00edcil ado\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus a tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica"},"content":{"rendered":"<p><em>Portal Technibus<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 signat\u00e1rio dos principais protocolos e acordos internacionais \u2013 Protocolo de Kioto, Acordo de Paris, Pacto de Glasgow, entre outros \u2013 e tem tido destacada participa\u00e7\u00e3o nas confer\u00eancias mundiais que tratam das quest\u00f5es clim\u00e1ticas. Em cumprimento aos tratados assinados, desde a d\u00e9cada de 1990, v\u00e1rias iniciativas t\u00eam sido adotadas para reduzir as emiss\u00f5es de poluentes e mitigar os efeitos da polui\u00e7\u00e3o ambiental, nos mais diferentes campos da atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com recente documento publicado pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes P\u00fablicos \u2013 ANTP, intitulado Rotas Tecnol\u00f3gicas de Descarboniza\u00e7\u00e3o do Transporte Coletivo no Brasil, \u201ccomparados ao total das emiss\u00f5es brutas de GEE do Pa\u00eds (2,4 GtCO2eq), os \u00f4nibus urbanos a diesel \u2013 inclu\u00eddos os rodovi\u00e1rios e fretamento \u2013 contribuem com (22 MtCO2eq), pouco menos de 1% das emiss\u00f5es nacionais. Trata-se de uma pequena fra\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es totais nacionais de GEE\u2026\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, na \u00e1rea da polui\u00e7\u00e3o veicular, em especial, o processo de mudan\u00e7a da matriz energ\u00e9tica dos \u00f4nibus urbanos e de car\u00e1ter urbano tem chamado a aten\u00e7\u00e3o, principalmente, devido \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es nas \u00e1reas citadinas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em que pese algumas iniciativas pontuais que foram tomadas em v\u00e1rias cidades brasileiras, desde a d\u00e9cada de 1990, foi com a promulga\u00e7\u00e3o da Lei Municipal N\u00ba 16.802, de 18 de janeiro de 2018, que se iniciou uma s\u00e9rie de medidas no sentido de reduzir as emiss\u00f5es provocadas pela circula\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus e dos caminh\u00f5es na cidade de S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m de outras exig\u00eancias, a referida lei estabeleceu que, num prazo de dez anos, dever\u00e1 haver uma redu\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 50% e, num prazo m\u00e1ximo de vinte anos, uma redu\u00e7\u00e3o de 100% das emiss\u00f5es totais de di\u00f3xido de carbono (CO2) de origem f\u00f3ssil, na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A nova lei estabelece, ainda, que dever\u00e1 haver uma redu\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 90% das emiss\u00f5es de material particulado (MP) e de 80% das emiss\u00f5es de \u00f3xidos de nitrog\u00eanio (NOx), at\u00e9 o ano de 2028. Dever\u00e1 ocorrer, tamb\u00e9m, uma redu\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 95%, tanto nas emiss\u00f5es de material particulado (MP) como de \u00f3xidos de nitrog\u00eanio (NOx), at\u00e9 o ano de 2038.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, por for\u00e7a de uma legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel na cidade de S\u00e3o Paulo, a mudan\u00e7a do perfil tecnol\u00f3gico da frota nacional come\u00e7ou a ganhar corpo e os diferentes rumos da descarboniza\u00e7\u00e3o come\u00e7aram a ser definidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atualmente, as principais rotas existentes, que tem por objetivo a n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis de origem f\u00f3ssil, consideram os \u00f4nibus equipados com motores el\u00e9tricos, utilizando energia proveniente de baterias ou de c\u00e9lulas de hidrog\u00eanio, bem como \u00f4nibus equipados com motores a combust\u00e3o, que usam o g\u00e1s biometano ou algum tipo de biocombust\u00edvel (HVO ou diesel verde) como fonte de energia. Cada uma dessas rotas encontra-se num diferente est\u00e1gio de desenvolvimento tecnol\u00f3gico e nem todas est\u00e3o prontas para uso universal e plena comercializa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, todas essas tecnologias alternativas demandam altos investimentos \u2013 em infraestrutura e material rodante \u2013 e apresentam custos operacionais mais altos, quando comparadas ao \u00f4nibus diesel convencional, de porte semelhante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como o \u00f4nibus a tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, com energia proveniente de baterias, no momento, \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o mais vi\u00e1vel, algumas cidades est\u00e3o iniciando seus processos de substitui\u00e7\u00e3o da frota diesel por ve\u00edculos menos poluentes. V\u00e1rios munic\u00edpios est\u00e3o testando \u00f4nibus a tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, de diferentes fabricantes; mas, os \u00fanicos que j\u00e1 est\u00e3o operando, com uma frota de mais de 5 ve\u00edculos s\u00e3o: S\u00e3o Paulo, Salvador, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Cascavel, Curitiba, Diadema e Bras\u00edlia. Consequentemente, todas elas est\u00e3o lidando com os problemas pr\u00f3prios de uma mudan\u00e7a tecnol\u00f3gica implantada sem muito planejamento e sem a elabora\u00e7\u00e3o de um projeto, que considere as quest\u00f5es t\u00e9cnicas, econ\u00f4mico-financeiras, operacionais e, principalmente, de infraestrutura vi\u00e1ria e de infraestrutura el\u00e9trica, para a carga e recarga das baterias dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infraestrutura vi\u00e1ria, n\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel utilizar um ve\u00edculo a tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, que custa, no m\u00ednimo, tr\u00eas vezes mais do que um \u00f4nibus diesel, de igual porte, para deix\u00e1-lo parado num congestionamento ou aguardando a abertura dos sem\u00e1foros, nos cruzamentos. Esse tipo de ve\u00edculo \u00e9 ideal para a opera\u00e7\u00e3o em corredores exclusivos ou sistemas BRT\u2019s, para a otimiza\u00e7\u00e3o do seu Custo Total de Propriedade \u2013 TCO e m\u00e1ximo aproveitamento da sua capacidade de transporte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, para a opera\u00e7\u00e3o de uma frota de \u00f4nibus el\u00e9tricos \u00e9 imprescind\u00edvel um perfeito entendimento e entrosamento entre o poder concedente, as empresas operadoras, a concession\u00e1ria de energia e, principalmente, com os \u00f3rg\u00e3os de financiamento, para a compra de ve\u00edculos e de equipamentos, bem como para a adapta\u00e7\u00e3o da infraestrutura vi\u00e1ria e de abastecimento de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cidade de S\u00e3o Paulo \u00e9 um bom exemplo de como a falta de planejamento detalhado e integrado pode atrapalhar a ado\u00e7\u00e3o de um sistema de \u00f4nibus \u00e0 tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica. A municipalidade proibiu, em outubro de 2022, a compra de novos \u00f4nibus a diesel, para a renova\u00e7\u00e3o da frota, conforme previsto no contrato de concess\u00e3o, e obrigou as empresas concession\u00e1rias a adquirirem somente \u00f4nibus el\u00e9tricos, num total de 2.600 ve\u00edculos, at\u00e9 o final deste ano. Infelizmente, os entendimentos necess\u00e1rios para que a concession\u00e1ria respons\u00e1vel pela distribui\u00e7\u00e3o de energia na cidade estabelecesse a infraestrutura el\u00e9trica para a carga e recarga dos \u00f4nibus n\u00e3o lograram sucesso. As empresas operadoras, depois de uma longa e complexa negocia\u00e7\u00e3o, para viabilizar os investimentos necess\u00e1rios \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos, est\u00e3o recebendo os \u00f4nibus encomendados e nem iniciaram a instala\u00e7\u00e3o dos carregadores, para carga e recarga dos \u00f4nibus, e a adapta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria de suas garagens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o se tenha uma pol\u00edtica nacional com vistas a orientar as a\u00e7\u00f5es a serem empreendidas e o papel dos v\u00e1rios agentes, p\u00fablicos e privados, envolvidos no processo de descarboniza\u00e7\u00e3o da frota nacional, o Governo Federal lan\u00e7ou, recentemente, um programa denominado PAC\u2013Renova\u00e7\u00e3o da Frota, que contemplou 67 cidades brasileiras, com financiamento direto \u00e0s prefeituras e governos estaduais, para a aquisi\u00e7\u00e3o de 2.296 novos \u00f4nibus el\u00e9tricos. Nesse programa, h\u00e1 cidades que poder\u00e3o adquirir uma frota de 256 ve\u00edculos e outras que dever\u00e3o receber recursos financeiros para a compra de apenas 1 ou 2 \u00f4nibus el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para o aprimoramento do referido programa de renova\u00e7\u00e3o da frota, com \u00f4nibus el\u00e9tricos, e observando as experi\u00eancias em curso \u2013 exitosas ou malsucedidas \u2013 a Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos \u2013 NTU lan\u00e7ou um documento, intitulado Considera\u00e7\u00f5es sobre a Renova\u00e7\u00e3o e Moderniza\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica da Frota de \u00d4nibus Urbano, dirigido \u00e0s autoridades do Governo Federal, com propostas e sugest\u00f5es para mitigar os desacertos e assegurar o sucesso dos projetos de substitui\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus a diesel por ve\u00edculos menos poluentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A primeira sugest\u00e3o apresentada diz respeito \u00e0 imprescind\u00edvel necessidade da elabora\u00e7\u00e3o de um plano nacional de renova\u00e7\u00e3o e de descarboniza\u00e7\u00e3o da frota de \u00f4nibus urbano e de car\u00e1ter urbano. O prop\u00f3sito \u00e9 garantir uma transi\u00e7\u00e3o gradual da matriz energ\u00e9tica, considerando a capacidade e o est\u00e1gio de maturidade da ind\u00fastria brasileira e levando em conta a utiliza\u00e7\u00e3o do motor diesel \u201cEuro 6\u201d e as novas tecnologias dispon\u00edveis ou em desenvolvimento, tais como: \u00f4nibus movido a biometano, \u00f4nibus utilizando o diesel verde (HVO) e \u00f4nibus el\u00e9trico com energia proveniente de c\u00e9lulas de hidrog\u00eanio, entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vale ressaltar que a utiliza\u00e7\u00e3o do motor a diesel \u201cEuro 5\u201d, amplamente adotada nas cidades brasileiras, desde 2012, gerou redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es locais bastante significativas. O invent\u00e1rio anual das emiss\u00f5es na Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro revelou diminui\u00e7\u00f5es de 89,3% de material particulado (MP), 80,5% de mon\u00f3xido de carbono (CO), 83,1% de \u00f3xido nitroso (N2O) e 90,5% de hidrocarbonetos (CxHy), no per\u00edodo compreendido entre 2011 e 2023.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, \u00e9 preciso, concomitantemente, ampliar as possibilidades de acesso das empresas operadoras \u00e0s linhas de cr\u00e9dito dos agentes financeiros, em especial do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social \u2013 BNDES e da Caixa Econ\u00f4mica Federal \u2013 CEF. \u00c9 preciso considerar, tamb\u00e9m, a possibilidade explicita de investimentos na aquisi\u00e7\u00e3o de frota, compartilhados entre o poder p\u00fablico, respons\u00e1vel pela gest\u00e3o dos servi\u00e7os, e a empresa operadora, encarregada da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte p\u00fablico coletivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de contar com a participa\u00e7\u00e3o do investimento privado, esse modelo permite a manuten\u00e7\u00e3o das frotas sob a propriedade das empresas operadoras, preservando as experi\u00eancias e as vantagens na simplifica\u00e7\u00e3o do processo de compra dos ve\u00edculos; na garantia de manuten\u00e7\u00e3o adequada da frota, durante a sua vida \u00fatil; nos ajustes contratuais, em caso da necessidade de troca das baterias; e na facilita\u00e7\u00e3o da venda das sucatas, ao final da vida \u00fatil dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para a opera\u00e7\u00e3o de uma rede de transporte, com frota superior a dez \u00f4nibus el\u00e9tricos, \u00e9 imperativa a elabora\u00e7\u00e3o de um Plano Operacional, com a defini\u00e7\u00e3o da tipologia e porte dos ve\u00edculos, identifica\u00e7\u00e3o dos corredores ou das linhas, estimativa da quilometragem di\u00e1ria, determina\u00e7\u00e3o da autonomia dos \u00f4nibus, localiza\u00e7\u00e3o dos pontos de recarga de baterias e especifica\u00e7\u00e3o dos modelos de carregadores de baterias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 de suma import\u00e2ncia a avalia\u00e7\u00e3o da disponibilidade do fornecimento de energia el\u00e9trica, inclusive em alta tens\u00e3o, quando necess\u00e1rio, nos locais de carga e recarga definidos no Plano Operacional. \u00c9 preciso assegurar o compromisso da concession\u00e1ria de distribui\u00e7\u00e3o de energia em assumir a responsabilidade pelo fornecimento da quantidade de energia demandada, nos prazos ajustados e de acordo com os investimentos previstos. O custo de adapta\u00e7\u00e3o da infraestrutura el\u00e9trica, para a carga e recarga das baterias, pode chegar a 20% do custo total do projeto, dependendo do tamanho da frota.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No que se refere aos ve\u00edculos, propriamente ditos, \u00e9 preciso definir \u00e9 preciso definir a responsabilidade pelo descarte das baterias, quando substitu\u00eddas no decorrer da vida \u00fatil do \u00f4nibus, garantindo, pelos fabricantes, da disponibilidade de pe\u00e7as de reposi\u00e7\u00e3o, ao longo da vida \u00fatil dos ve\u00edculos e dos equipamentos de recarga das baterias. \u00c9 preciso considerar, tamb\u00e9m, o fornecimento de assist\u00eancia t\u00e9cnica adequada e compat\u00edvel com as exig\u00eancias da utiliza\u00e7\u00e3o da nova tecnologia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o menos importante \u00e9 buscar solu\u00e7\u00f5es para os investimentos simult\u00e2neos na infraestrutura vi\u00e1ria, principalmente, para a prioriza\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico coletivo. Esses recursos s\u00e3o fundamentais quando se planeja a aquisi\u00e7\u00e3o de frotas de \u00f4nibus el\u00e9tricos, em fun\u00e7\u00e3o do alto valor agregado desses ve\u00edculos, o que exige infraestrutura adequada para melhorar o desempenho e a produtividade dos sistemas de transportes eletrificados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a do perfil tecnol\u00f3gico da frota nacional de \u00f4nibus urbano ou de car\u00e1ter urbano, nos m\u00e9dio e longo prazos, ter\u00e1 mais ou menos sucesso, dependendo do n\u00edvel do planejamento adotado, para orientar as decis\u00f5es inerentes ao desenvolvimento de cada projeto. Estabelecer um sistema de \u00f4nibus \u00e0 tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica \u00e9 muito mais complexo do que adquirir uma frota de \u00f4nibus diesel e coloc\u00e1-la em opera\u00e7\u00e3o. (Portal Technibus\/Francisco Christovam, \u00e9 diretor-executivo (CEO) da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de S\u00e3o Paulo (Fetpesp) e da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes P\u00fablicos (ANTP), bem como membro do Conselho Diretor da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT) e membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portal Technibus &nbsp; O Brasil \u00e9 signat\u00e1rio dos principais protocolos e acordos internacionais \u2013 Protocolo de Kioto, Acordo de Paris, Pacto de Glasgow, entre outros \u2013 e tem tido destacada participa\u00e7\u00e3o nas confer\u00eancias mundiais que tratam das quest\u00f5es clim\u00e1ticas. 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