{"id":75455,"date":"2024-08-06T08:37:28","date_gmt":"2024-08-06T11:37:28","guid":{"rendered":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=75455"},"modified":"2024-08-06T08:37:28","modified_gmt":"2024-08-06T11:37:28","slug":"nao-ha-bala-de-prata-para-uma-siderurgia-mais-limpa-mas-gas-natural-e-aposta-diz-ceo-da-gerdau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2024\/08\/06\/nao-ha-bala-de-prata-para-uma-siderurgia-mais-limpa-mas-gas-natural-e-aposta-diz-ceo-da-gerdau\/","title":{"rendered":"N\u00e3o h\u00e1 bala de prata para uma siderurgia mais limpa, mas g\u00e1s natural \u00e9 aposta, diz CEO da Gerdau"},"content":{"rendered":"<p><em>O Estado de S. Paulo Online <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Avan\u00e7os no mercado de g\u00e1s natural no Brasil podem ser a aposta que o setor sider\u00fargico precisa para acelerar a descarboniza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o na ind\u00fastria dom\u00e9stica. A medida \u00e9 apontada como a alternativa mais vi\u00e1vel para uma opera\u00e7\u00e3o mais limpa em escala industrial pelo CEO da Gerdau, Gustavo Werneck. Segundo ele, a estrat\u00e9gia poderia reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE) da siderurgia ainda nesta d\u00e9cada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNessa quest\u00e3o da descarboniza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o existe uma bala de prata, uma \u00fanica solu\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, a gente entende que \u00e9 uma colet\u00e2nea de pequenas a\u00e7\u00f5es que ir\u00e3o, ao longo dos anos, trazer o patamar de emiss\u00e3o de GEE para o valor aceit\u00e1vel,\u201d diz. \u201cMas, se voc\u00ea me perguntar qual a grande transforma\u00e7\u00e3o que o Brasil poderia passar nos curto e m\u00e9dio prazos para impactar de forma decisiva a descarboniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira, a resposta chama-se g\u00e1s natural.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do executivo, o combust\u00edvel seria o substituto ideal para o coque metal\u00fargico, derivado do carv\u00e3o mineral que, nos fornos industriais, \u00e9 respons\u00e1vel por parte das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono (CO2) do setor. No quadro atual, outras alternativas testadas, como biomassa e hidrog\u00eanio verde, ainda n\u00e3o conseguiram impactar de forma significativa a transi\u00e7\u00e3o para uma produ\u00e7\u00e3o mais limpa, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO g\u00e1s natural \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o que pode substituir boa parte do carv\u00e3o mineral\u201d, comenta o CEO. \u201cA gente tem utilizado hoje a biomassa, por exemplo, mas todas (as alternativas de combust\u00edvel mais limpo) ainda s\u00e3o iniciativas piloto. Nenhuma delas se concretizou em uma escala industrial. Sequer o hidrog\u00eanio verde, que \u00e9 muito colocado como uma solu\u00e7\u00e3o de descarboniza\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o \u00e9 uma realidade, e a gente entende que n\u00e3o vai ser uma realidade no curto prazo.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O desafio para alcan\u00e7ar uma produ\u00e7\u00e3o menos poluente \u00e9 grande no setor. Dados de 2022 da The World Steel Association apontam que, mundialmente, a ind\u00fastria sider\u00fargica emite 1,89 tonelada de carbono a cada tonelada de a\u00e7o produzido. O setor \u00e9 respons\u00e1vel por volumes entre 7% e 9% das emiss\u00f5es diretas globais, e a maioria do CO2 emitido \u00e9 oriundo da rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que ocorre durante a fabrica\u00e7\u00e3o de a\u00e7o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No seu relat\u00f3rio de sustentabilidade de 2023, publicado nesta quarta-feira, 31, a Gerdau informou ter realizado emiss\u00f5es de GEE de 0,91 tonelada de carbono por tonelada de a\u00e7o produzido. O \u00edndice representou um ligeiro aumento em rela\u00e7\u00e3o a 2022 (0,86), mas ainda segue abaixo da m\u00e9dia mundial. O volume mais baixo, que soma emiss\u00f5es diretas e indiretas (escopos 1 e 2), teria rela\u00e7\u00e3o com investimentos em produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal (250 mil hectares de base florestal renov\u00e1vel de eucalipto) e em fontes de energias menos poluentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Recentemente, a empresa adquiriu 33,33% da plataforma de energia solar Newave Energia, com investimento de R$ 1,5 bilh\u00e3o para constru\u00e7\u00e3o de uma megausina. A estimativa \u00e9 que o empreendimento destine 50% do seu volume de energia renov\u00e1vel para a sider\u00fargica. Segundo Werneck, outros neg\u00f3cios relacionados a energia solar est\u00e3o nos planos da sider\u00fargica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 as ambi\u00e7\u00f5es relacionadas ao uso do g\u00e1s natural no Brasil precisam vencer alguns impasses de adequa\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias institu\u00eddas na Nova Lei do G\u00e1s e de organiza\u00e7\u00e3o da infraestrutura do mercado dom\u00e9stico, para ganhos de competitividade e distribui\u00e7\u00e3o. De acordo com dados de um estudo de abril feito por minist\u00e9rios do governo federal e a Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), o Pa\u00eds produziu 150 milh\u00f5es de m\u00b3\/dia de g\u00e1s natural em 2023, com 84% da produ\u00e7\u00e3o atrelada ao pr\u00e9-sal. Apesar de se tratar de uma produ\u00e7\u00e3o recorde, o mercado ainda n\u00e3o \u00e9 robusto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO que falta hoje no Brasil \u00e9 construir a infraestrutura para trazer esse g\u00e1s para a costa e uma estrutura de distribui\u00e7\u00e3o desse g\u00e1s para as principais fontes consumidoras. S\u00e3o projetos que, no horizonte de cinco, seis anos, a partir do momento de tomada de decis\u00e3o, podem se tornar uma realidade\u201d, analisa o CEO.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Abaixo, os principais trechos da entrevista.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>A corrida pela descarboniza\u00e7\u00e3o tem sido um desafio para a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o no mundo, mas a Gerdau tem relatado avan\u00e7os na redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de GEE frente \u00e0 m\u00e9dia mundial nos escopos 1 e 2. No caso do escopo 3 (emiss\u00f5es da cadeia de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o controladas pela empresa), o cen\u00e1rio \u00e9 mais desafiador para o setor em geral?<\/strong><\/p>\n<p>Sem d\u00favida. O grande foco nosso est\u00e1 na redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de GEE nos escopos 1 e 2, (pois) achamos que neles est\u00e1 a grande contribui\u00e7\u00e3o que a gente pode dar para descarboniza\u00e7\u00e3o do setor produtivo de a\u00e7o ao longo do tempo. O a\u00e7o, globalmente, contribui com 7% das emiss\u00f5es de GEE. No Brasil, 4%. Quando voc\u00ea olha outras participa\u00e7\u00f5es nesse volume total de g\u00e1s emitido para atmosfera, pode parecer pequeno 4% ou 7%, (mas) entendemos que n\u00f3s temos uma responsabilidade muito grande de fazer a nossa parte. Ent\u00e3o, atacar com mais profundidade os escopos 1 e 2 \u00e9 a grande oportunidade nossa de promover redu\u00e7\u00f5es mais significativas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas n\u00f3s tamb\u00e9m n\u00e3o deixamos de estudar e de pensar como podemos fazer contribui\u00e7\u00f5es no escopo 3. A quest\u00e3o desse escopo \u00e9 que a gente tem uma enormidade de clientes de segmentos (que), muitos deles, j\u00e1 est\u00e3o preocupados com isso. Por exemplo, o setor automotivo, que \u00e9 muito importante para n\u00f3s, tem buscado essa agenda. Mas o setor de constru\u00e7\u00e3o, que \u00e9 muito pulverizado, acaba de alguma forma afetando milhares de pessoas f\u00edsicas, ent\u00e3o \u00e9 um pouco mais complexo criar a\u00e7\u00f5es para isso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso, n\u00f3s vamos focar nos maiores problemas primeiro, que s\u00e3o escopo 1 e 2 e, \u00e0 medida que formos criando condi\u00e7\u00e3o de atacar o escopo 3, isso tamb\u00e9m est\u00e1 na nossa agenda. Dentro dos escopos 1 e 2, quando n\u00f3s expressamos publicamente o nosso plano de reduzir as nossas emiss\u00f5es para 0,82 tonelada de CO2 por tonelada de a\u00e7o (at\u00e9 2031), isso foi feito com uma metodologia que chama marginal abatement cost curve (em portugu\u00eas, curva de custo de redu\u00e7\u00e3o marginal), que consegue colocar de uma maneira muito clara a viabilidade econ\u00f4mica e t\u00e9cnica das tecnologias dispon\u00edveis. Me preocupa muito colocar metas de descarboniza\u00e7\u00e3o de 20, 30 anos que sejam muito mais pr\u00e1ticas do que aspiracionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E, no caso das emiss\u00f5es diretas de CO2, em que a empresa tem investido em alternativas frente \u00e0 depend\u00eancia do carva\u0303o mineral nas opera\u00e7\u00f5es, o qu\u00e3o avan\u00e7ado j\u00e1 est\u00e1 este cen\u00e1rio? J\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel hoje uma produ\u00e7\u00e3o sem o uso do carv\u00e3o mineral?<\/strong><\/p>\n<p>A gente sempre diz que, nessa quest\u00e3o da descarboniza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o existe uma bala de prata, uma \u00fanica solu\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, a gente entende que \u00e9 uma colet\u00e2nea de pequenas a\u00e7\u00f5es que ir\u00e3o, ao longo dos anos, trazer o patamar de emiss\u00e3o de GEE para o valor aceit\u00e1vel. Temos procurado, sim, diversas iniciativas para testar todas as possibilidades de que isso se torne uma realidade. A gente tem utilizado hoje a biomassa, por exemplo, mas todas (as alternativas de combust\u00edvel mais limpo) ainda s\u00e3o iniciativas piloto. Nenhuma delas se concretizou em uma escala industrial. Sequer o hidrog\u00eanio verde, que \u00e9 muito colocado como uma solu\u00e7\u00e3o de descarboniza\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o \u00e9 uma realidade, e a gente entende que n\u00e3o vai ser uma realidade no curto prazo. Talvez (daqui a) uma d\u00e9cada haja disponibilidade e distribui\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio para que ele possa descarbonizar o setor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, se voc\u00ea me perguntar qual a grande transforma\u00e7\u00e3o que o Brasil poderia passar nos curto e m\u00e9dio prazos para impactar de forma decisiva a descarboniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira, a resposta chama-se g\u00e1s natural. Eu diria que n\u00e3o tem nada mais importante hoje na ind\u00fastria brasileira, n\u00e3o s\u00f3 a do a\u00e7o, para contribuir com a descarboniza\u00e7\u00e3o do que a disponibilidade e a competitividade do g\u00e1s natural. Temos debatido isso muito. A gente v\u00ea um entendimento do Minist\u00e9rio das Minas e Energia e esfor\u00e7os que est\u00e3o sendo colocados em uma vis\u00e3o de mais m\u00e9dio prazo, para que o g\u00e1s natural, de fato, seja o grande elemento de descarboniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira nos pr\u00f3ximos anos, mesmo n\u00e3o havendo bala de prata.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quando o senhor fala em pr\u00f3ximos anos, seria um prazo alinhado \u00e0 Agenda 2030 ou precisaria de mais tempo?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o precisa de mais tempo. O g\u00e1s natural est\u00e1 dispon\u00edvel nas plataformas do pr\u00e9-sal, s\u00f3 que, por falta de estrutura para trazer esse g\u00e1s da costa, ele \u00e9 reinjetado em um volume muito grande nas pr\u00f3prias plataformas. Ent\u00e3o, o que falta hoje no Brasil \u00e9 construir a infraestrutura para trazer esse g\u00e1s para as principais fontes consumidoras. S\u00e3o projetos que, no horizonte de cinco, seis anos, a partir do momento de tomada de decis\u00e3o, podem se tornar uma realidade. Se essas iniciativas forem concretizadas, o Brasil pode, ainda dentro desta d\u00e9cada, promover uma redu\u00e7\u00e3o muito grande na emiss\u00e3o de GEE.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 um projeto de 20, 30 anos. \u00c9 um projeto de curto prazo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Seria, ent\u00e3o, uma solu\u00e7\u00e3o para substituir o carv\u00e3o mineral, um dos grandes gargalos da descarboniza\u00e7\u00e3o do setor\u2026<\/strong><\/p>\n<p>O g\u00e1s natural \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o que pode substituir boa parte do carv\u00e3o mineral. Ele n\u00e3o substitui integralmente o carv\u00e3o. \u00c9 por isso que o mundo hoje testa tecnologias para isso, e nos parece que uma delas \u00e9 o hidrog\u00eanio. Para ter um processo de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o em uma rota integrada com carv\u00e3o e min\u00e9rio, isso vai demorar um tempo. Mas, sem d\u00favida, o g\u00e1s natural pode exercer um papel de curto prazo bem importante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Isso j\u00e1 em escala industrial?<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 em escala industrial. A gente j\u00e1 utiliza o g\u00e1s natural nesse processo, s\u00f3 que em volumes pequenos. Al\u00e9m disso, esse \u00e9 um g\u00e1s que \u00e9 caro para o processo produtivo. Ent\u00e3o, na hora em que houver mais disponibilidade e (menor) pre\u00e7o, esse crescimento do g\u00e1s natural ser\u00e1 imediato porque a gente j\u00e1 sabe como utiliz\u00e1-lo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Um outro desafio do setor sider\u00fargico e\u0301 a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, e a Gerdau avan\u00e7ou recentemente na parceria com a Newave Energia em um investimento bilion\u00e1rio em energia solar. Uma das possibilidades de caminhar para uma produ\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel poder\u00e1 ser por meio desse tipo de energia? Existem mais planos de ampliar os neg\u00f3cios nesse setor?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 a menor d\u00favida. A Gerdau vem buscando uma matriz energ\u00e9tica cada vez mais sustent\u00e1vel. O processo produtivo de sucata requer o uso de energia el\u00e9trica, ent\u00e3o, n\u00f3s estamos no in\u00edcio de uma jornada para ao longo dos anos tornar a Gerdau uma usu\u00e1ria de 100% de energia renov\u00e1vel. Eu acho que isso conversa com os planos do Brasil e isso tem crescido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Temos buscado comprar energias cada vez mais vindas de matrizes solar e e\u00f3lica, mas dentro do compromisso nosso de crescer a autoprodu\u00e7\u00e3o de energia, a gente est\u00e1 indo para esse caminho. 50% da energia da Newave vai vir diretamente para a Gerdau, uma energia basicamente de matriz solar. Mas a Newave n\u00e3o vai ser o \u00fanico caminho nosso. Ela vai ter uma participa\u00e7\u00e3o relevante, mas, ao mesmo tempo, n\u00f3s estamos buscando outras alternativas de ter uma matriz cada vez mais renov\u00e1vel. Isso est\u00e1 diretamente relacionado ao nosso plano estrat\u00e9gico e \u00e9 muito importante dentro do tema da redu\u00e7\u00e3o de GEE nos escopos 1 e 2.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Na sua avalia\u00e7\u00e3o, considerando o cen\u00e1rio atual, a siderurgia conseguir\u00e1 arcar com a transi\u00e7\u00e3o para uma produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel sem que isso pese para o consumidor final?<\/strong><\/p>\n<p>O grande debate da descarboniza\u00e7\u00e3o \u00e9 quem vai pagar a conta. Quando voc\u00ea olha as tecnologias que est\u00e3o come\u00e7ando a aparecer no setor do a\u00e7o e em outros, elas v\u00e3o ser t\u00e3o caras que n\u00e3o cabem no balan\u00e7o das empresas. Os clientes, nesse momento, nenhum deles est\u00e1 disposto a financiar essa transforma\u00e7\u00e3o. Eles tamb\u00e9m t\u00eam seus compromissos de competitividade, t\u00eam que sobreviver. Ent\u00e3o, se n\u00e3o tiver um debate p\u00fablico mais intenso de criar incentivos p\u00fablicos que possam promover essa transforma\u00e7\u00e3o, vai ser muito dif\u00edcil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No nosso plano de dez anos, colocamos tecnologias dispon\u00edveis e investimentos que caibam no balan\u00e7o da Gerdau. Ent\u00e3o, n\u00f3s n\u00e3o precisamos de dinheiro p\u00fablico, n\u00e3o precisamos de dinheiro de cliente. Todo esse investimento adicional vai caber no balan\u00e7o da Gerdau. A gente n\u00e3o pode ficar postergando a\u00e7\u00f5es dependendo do dinheiro que n\u00e3o \u00e9 nosso. Temos um plano muito exequ\u00edvel do ponto de vista de financiamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Isso inclui os planos de carbono zero em 2050?<\/strong><\/p>\n<p>Colocamos um plano mais concreto at\u00e9 2030 e temos a ambi\u00e7\u00e3o de chegar at\u00e9 2050. Na minha opini\u00e3o, depois de 2030, quando essas tecnologias (de descarboniza\u00e7\u00e3o) amadurecerem, a tend\u00eancia \u00e9 cairem muito de custo. Ent\u00e3o, eu acho que a acelera\u00e7\u00e3o das novas tecnologias vai permitir que as empresas consigam chegar a esse carbono neutro antes de 2050.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tudo que nasce de tecnologia nasce mais caro, mas a conta cai, a gente sabe disso. Com a energia solar, por exemplo, o pre\u00e7o do painel caiu dez vezes em dez anos. Ent\u00e3o, eu tenho a impress\u00e3o de que as tecnologias necess\u00e1rias v\u00e3o aparecer at\u00e9 2030, e o investimento vai ser exponencialmente reduzido para poder promover descarboniza\u00e7\u00e3o sem dinheiro p\u00fablico. (O Estado de S. Paulo Online\/Shagaly Ferreira)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S. 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