{"id":72872,"date":"2024-04-16T08:54:14","date_gmt":"2024-04-16T11:54:14","guid":{"rendered":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=72872"},"modified":"2024-04-16T08:54:14","modified_gmt":"2024-04-16T11:54:14","slug":"da-saida-da-ford-ao-recorde-de-investimentos-o-que-reacendeu-o-animo-das-montadoras-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2024\/04\/16\/da-saida-da-ford-ao-recorde-de-investimentos-o-que-reacendeu-o-animo-das-montadoras-no-brasil\/","title":{"rendered":"Da sa\u00edda da Ford ao recorde de investimentos: o que reacendeu o \u00e2nimo das montadoras no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><em>Portal G1 <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 pouco mais de tr\u00eas anos, a Ford chocou a ind\u00fastria nacional ao decidir deixar o Brasil. O an\u00fancio, divulgado em janeiro de 2021, veio na esteira da pandemia de Covid-19 \u2014 que moldou, at\u00e9 ent\u00e3o, um cen\u00e1rio de infla\u00e7\u00e3o bastante elevada e juros em tend\u00eancia de alta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o bastassem os aspectos macroecon\u00f4micos, a situa\u00e7\u00e3o foi agravada tamb\u00e9m por uma escassez global de semicondutores, equipamento fundamental para a ind\u00fastria automotiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E a conjuntura negativa resultou n\u00e3o s\u00f3 na sa\u00edda da Ford: nos \u00faltimos tr\u00eas anos, tamb\u00e9m se tornaram comuns os an\u00fancios de cortes e paralisa\u00e7\u00f5es entre as montadoras no pa\u00eds. S\u00f3 no in\u00edcio de 2023, por exemplo, ao menos quatro delas anunciaram f\u00e9rias coletivas em suas f\u00e1bricas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As interrup\u00e7\u00f5es nas linhas de produ\u00e7\u00e3o foram resultado ainda da falta de mat\u00e9ria-prima e tamb\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o da demanda, em um cen\u00e1rio de empr\u00e9stimos mais caros e condi\u00e7\u00f5es financeiras mais apertadas para os clientes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, entre o fim de 2023 e o in\u00edcio de 2024, uma onda otimista tomou conta da ind\u00fastria automotiva brasileira. Grandes montadoras voltaram a aquecer o mercado anunciando investimentos que, juntos, chegam a R$ 125 bilh\u00f5es at\u00e9 2033. Esse \u00e9 o maior ciclo de aportes do setor na hist\u00f3ria, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00f3 em 2024, foram anunciados mais de R$ 60 bilh\u00f5es pelas empresas, em recursos destinados \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de tecnologia no pa\u00eds. Mas o que reanimou as montadoras no Brasil?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual era o cen\u00e1rio que desembocou na sa\u00edda da Ford?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil ainda enfrentava fortes picos de contamina\u00e7\u00e3o pela Covid-19, ao mesmo tempo em que ensaiava a retomada das atividades na economia. Nesse vaiv\u00e9m imposto pela crise sanit\u00e1ria, as perspectivas eram de uma atividade pouco animadora para o ano de 2021.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se, por um lado, a taxa b\u00e1sica de juros do pa\u00eds iniciou o ano na casa dos 2% \u2014 muito abaixo do n\u00edvel atual \u2014, por outro, a tend\u00eancia j\u00e1 era de alta. Tanto que, na tentativa de combater a infla\u00e7\u00e3o, o Banco Central do Brasil (BC) elevou a taxa Selic em 7,25 pontos percentuais s\u00f3 naquele ano, chegando a 9,25% na reuni\u00e3o de dezembro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Juros mais altos, vale lembrar, representam cr\u00e9dito mais caro, dificultando principalmente a compra de bens de maior valor agregado \u2014 como os carros. Al\u00e9m disso, taxas em patamares elevados inibem investimentos pelas empresas devido ao aumento dos custos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds, por sua vez, tamb\u00e9m sofria em 2021 com os reflexos persistentes da pandemia. O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano em 10,06%, a maior taxa desde 2015, sob forte influ\u00eancia dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto isso, o Produto Interno Bruto (PIB) ainda come\u00e7ava a se recuperar em meio \u00e0s tentativas de retomada das atividades econ\u00f4micas, chegando a um crescimento de 4,8% no ano \u2014 ap\u00f3s uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% em 2020, ano em que foi declarada a pandemia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os impactos eram percebidos tamb\u00e9m no setor automotivo. Em 2020, primeiro ano de pandemia, as montadoras viram uma redu\u00e7\u00e3o de 26,16% na venda de ve\u00edculos novos em compara\u00e7\u00e3o com 2019. Os n\u00fameros consideram autom\u00f3veis, comerciais leves, caminh\u00f5es e \u00f4nibus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2021, o cen\u00e1rio at\u00e9 melhorou: houve avan\u00e7o de 2,98% nos emplacamentos na compara\u00e7\u00e3o com 2020. Ainda assim, o resultado foi 23,96% abaixo do registrado em 2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e1xima hist\u00f3rica de vendas registrada em 2012, os n\u00fameros do p\u00f3s-pandemia ficam ainda mais distantes, mostram dados da Anfavea. Naquele ano, as vendas foram de 3.802.071 unidades, enquanto, em 2023, o total foi de 2.308.689 \u2014 o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 39,27%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o das vendas de ve\u00edculos novos no Brasil (nacionais e importados)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O desempenho mais fraco da ind\u00fastria, aliado \u00e0 instabilidade econ\u00f4mica e aos problemas financeiros j\u00e1 enfrentados pela Ford, s\u00e3o fatores que tamb\u00e9m colaboraram com o fechamento da montadora no Brasil \u2014 e com o des\u00e2nimo geral do setor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, a companhia justificou que a decis\u00e3o foi tomada &#8220;\u00e0 medida em que a pandemia de Covid-19&#8221; ampliou &#8220;a persistente capacidade ociosa da ind\u00fastria e a redu\u00e7\u00e3o das vendas, resultando em anos de perdas significativas&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E continuou: &#8220;desde a crise econ\u00f4mica em 2013, a Ford Am\u00e9rica do Sul acumulou perdas significativas&#8221;. A empresa informou ainda que a matriz, nos Estados Unidos, vinha auxiliando nas necessidades de caixa \u2014 situa\u00e7\u00e3o que, ent\u00e3o, deixou de ser sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a sa\u00edda do pa\u00eds, o abandono da produ\u00e7\u00e3o de compactos e o foco em picapes e SUVs, a empresa passou de 5\u00aa maior montadora em emplacamentos no Brasil para um modesto 12\u00ba lugar entre ve\u00edculos e comerciais leves. Os dados s\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Nacional da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores (Fenabrave).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Procurada pelo g1, a Ford n\u00e3o concedeu entrevista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por que chegamos a ter paralisa\u00e7\u00e3o nas montadoras?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme mostrou o g1 em mar\u00e7o de 2023, a ind\u00fastria automotiva passava por um novo momento de dificuldade naquele ano. Prova disso eram os an\u00fancios de paralisa\u00e7\u00f5es de gigantes como a Volkswagen, GM\/Chevrolet, Stellantis, Mercedes-Benz e Hyundai, que interromperam suas produ\u00e7\u00f5es e colocaram funcion\u00e1rios em f\u00e9rias coletivas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O mesmo aconteceu em 2022, quando montadoras pararam suas atividades 36 vezes ao longo do ano e deixaram de produzir 250 mil ve\u00edculos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pandemia de Covid-19, entretanto, n\u00e3o estava mais no centro das aten\u00e7\u00f5es: o foco, naquele momento, era a alta dos juros \u2014 que come\u00e7ava a trazer consequ\u00eancias mais fortes para a economia. Uma delas era a redu\u00e7\u00e3o do consumo devido \u00e0 dificuldade de concess\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A falta de semicondutores no mercado global era outro fator por tr\u00e1s das paralisa\u00e7\u00f5es. A crise, que vinha se arrastando havia quase tr\u00eas anos, causou fortes impactos na ind\u00fastria gra\u00e7as \u00e0 import\u00e2ncia dessas pe\u00e7as: elas s\u00e3o usadas no painel, no sistema multim\u00eddia, no retrovisor, no sistema de freio e at\u00e9 no motor. Para se ter uma ideia, tem carro que precisa de mais de 3 mil semicondutores para funcionar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2024, a situa\u00e7\u00e3o mudou. Al\u00e9m de a cadeia de fornecimento estar voltando \u00e0 normalidade, entidades do setor acreditam em um bom impulso no mercado gra\u00e7as \u00e0 melhora na perspectiva de cr\u00e9dito, com a queda de juros desde agosto passado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atualmente, os financiamentos representam cerca de 40% dos novos ve\u00edculos emplacados no pa\u00eds. Em tempos de juros mais baixos, o percentual cresce.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, especialistas ouvidos pelo g1 ponderam que o acesso a empr\u00e9stimos mais baratos ainda chega a passos lentos ao consumidor, mesmo com a recente sequ\u00eancia de quedas da taxa b\u00e1sica de juros do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Isso porque o repasse da queda da Selic aos juros na ponta tem um per\u00edodo de defasagem, que leva de tr\u00eas a seis meses para ser sentido pela popula\u00e7\u00e3o. A mudan\u00e7a pode ser um pouco mais r\u00e1pida nas linhas de cr\u00e9dito com garantia, ou por fatores como o tempo de relacionamento com os bancos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O que fez a mar\u00e9 mudar<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os recordes de investimentos anunciados recentemente pelas montadoras escancaram a expectativa de um setor mais pr\u00f3spero para os pr\u00f3ximos anos. Mas, afinal, o que causou essa onda otimista? Essa \u00e9 a resposta que o g1 foi buscar com especialistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em linhas gerais, a melhora no cen\u00e1rio foi alavancada pelos seguintes motivos:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>ciclo de queda da taxa juros, estabilidade econ\u00f4mica e c\u00e2mbio est\u00e1vel;<\/li>\n<li>programas do governo federal voltados \u00e0 ind\u00fastria e ao setor automotivo;<\/li>\n<li>caminho global rumo \u00e0 eletrifica\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos;<\/li>\n<li>e a reforma tribut\u00e1ria.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A an\u00e1lise do diretor de desenvolvimento de neg\u00f3cios da JATO do Brasil, Milad Kalume Neto, \u00e9 de que o pa\u00eds est\u00e1 em um processo de estabilidade econ\u00f4mica, com um &#8220;panorama muito melhor para o segundo semestre&#8221;, o que tem gerado mais confian\u00e7a para as montadoras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m das melhoras nos \u00edndices econ\u00f4micos \u2014 com uma infla\u00e7\u00e3o mais controlada, ciclo de barateamento do cr\u00e9dito e PIB no campo positivo \u2014 o cen\u00e1rio mais prop\u00edcio para investimentos tamb\u00e9m passa por uma estabiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, explica o especialista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O economista-chefe da An\u00e1lise Econ\u00f4mica, Andr\u00e9 Galhardo, tamb\u00e9m aponta a melhora na rela\u00e7\u00e3o pol\u00edtica como fator crucial para a renova\u00e7\u00e3o do \u00e2nimo das montadoras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ciclo de queda da taxa b\u00e1sica de juros do pa\u00eds tamb\u00e9m tem sido fator comemorado pelo segmento. Ap\u00f3s a infla\u00e7\u00e3o disparar ao redor do mundo por conta da Covid-19 \u2014 e por causa da guerra na Ucr\u00e2nia, posteriormente \u2014, os bancos centrais passaram a aumentar as taxas de juros para restringir o consumo e conter a alta de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Brasil, n\u00e3o foi diferente. Como mostra o gr\u00e1fico no in\u00edcio desta reportagem, o juro b\u00e1sico do pa\u00eds disparou entre 2021 e 2022. Agora, com os pre\u00e7os arrefecendo, o Banco Central passou a promover cortes na taxa Selic.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, juros mais baixos significam um ambiente mais prop\u00edcio para investimentos pelas empresas, gra\u00e7as ao consequente barateamento do cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o cen\u00e1rio econ\u00f4mico, Leite destacou ainda a estabilidade do c\u00e2mbio \u2014 que tamb\u00e9m tem dado &#8220;previsibilidade e seguran\u00e7a&#8221; para as montadoras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O pa\u00eds passou recentemente por um momento de valoriza\u00e7\u00e3o gradativa da moeda brasileira, justamente ap\u00f3s superar os impactos mais intensos da pandemia, explica Andr\u00e9 Galhardo, da An\u00e1lise Econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cortes nos juros dos EUA tendem a fortalecer a moeda brasileira, uma vez que aumentam o apetite ao risco dos investidores \u2014 que buscam melhores rendimentos em mercados de maior risco, como o brasileiro. Em outras palavras: com mais d\u00f3lar entrando aqui no pa\u00eds, o real se fortalece.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O papel do programa Nova Ind\u00fastria Brasil, com previs\u00e3o de R$ 300 bilh\u00f5es em financiamentos para a ind\u00fastria at\u00e9 2026, tamb\u00e9m \u00e9 destacado pelos especialistas. Eles apontam que os atuais investimentos na ind\u00fastria representam uma mudan\u00e7a de postura em rela\u00e7\u00e3o ao governo anterior. &#8220;O mercado entende que esse governo \u00e9 um pouco mais intervencionista&#8221;, exemplifica Galhardo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda o Mobilidade Verde e Inova\u00e7\u00e3o (Mover). O programa prev\u00ea frotas mais limpas e produ\u00e7\u00e3o de novas tecnologias, tornando a iniciativa outro grande impulsionador do novo ciclo de investimentos. Na pr\u00e1tica, a ind\u00fastria nacional passa a ter, ent\u00e3o, clareza sobre as prioridades do pa\u00eds \u2014 quest\u00e3o considerada uma das demandas do setor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para o presidente da Anfavea, M\u00e1rcio de Lima Leite, o Mover &#8220;traz mecanismos inteligentes para o futuro da ind\u00fastria automotiva e, principalmente, garante previsibilidade, que \u00e9 o que as empresas querem&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por meio do Mover, ser\u00e3o concedidos at\u00e9 R$ 19,3 bilh\u00f5es em cr\u00e9ditos financeiros entre 2024 e 2028 para investimentos em pesquisas, desenvolvimento e produ\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Os valores poder\u00e3o ser usados pelas empresas por meio de abatimento de impostos federais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o governo federal, ap\u00f3s o Mover, ao menos 11 montadoras anunciaram investimentos:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Stellantis \u2013<\/strong> R$ 30 bilh\u00f5es (2025\/2030)<\/p>\n<p><strong>Volkswagen \u2013<\/strong> R$ 16 bilh\u00f5es (2022\/2028)<\/p>\n<p><strong>Toyota \u2013<\/strong> R$ 11 bilh\u00f5es (2024\/2030)<\/p>\n<p><strong>GWM \u2013<\/strong> R$ 10 bilh\u00f5es (2023\/2032)<\/p>\n<p><strong>General Motors \u2013<\/strong> R$ 17 bilh\u00f5es (2021\/2028)<\/p>\n<p><strong>Hyundai \u2013<\/strong> R$ 5,45 bilh\u00f5es (at\u00e9 2032)<\/p>\n<p><strong>Renault \u2013<\/strong> R$ 5,1 bilh\u00f5es (2021\/2027)<\/p>\n<p><strong>CAOA \u2013<\/strong> R$ 4,5 bilh\u00f5es (2021\/2028)<\/p>\n<p><strong>BYD \u2013<\/strong> R$ 5,5 bilh\u00f5es (2024\/2030)<\/p>\n<p><strong>Nissan \u2013<\/strong> R$ 2,8 bilh\u00f5es (2023\/2025)<\/p>\n<p><strong>BMW \u2013<\/strong> R$ 500 milh\u00f5es<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Especialistas tamb\u00e9m destacam a cadeia de fornecimento \u2014 que est\u00e1 voltando \u00e0 normalidade ap\u00f3s a pandemia \u2014 como mais um fator a colaborar com o novo ciclo otimista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pandemia e a consequente interrup\u00e7\u00e3o de atividades levaram n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o das montadoras, mas tamb\u00e9m de fornecedores, que suspenderam a distribui\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as e equipamentos. Agora, com o restabelecimento dessa cadeia a patamares anteriores a 2020, as companhias passam a ter mais f\u00f4lego para produzir e, consequentemente, voltar a investir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A reforma tribut\u00e1ria, promulgada pelo Congresso Nacional em dezembro de 2023, e a defini\u00e7\u00e3o sobre o imposto de importa\u00e7\u00e3o de carros el\u00e9tricos s\u00e3o outros destaques do ponto de vista da previsibilidade para as empresas, aponta a Anfavea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No caso da reforma tribut\u00e1ria, o entendimento de especialistas \u00e9 que a mudan\u00e7a na forma como os impostos s\u00e3o cobrados no pa\u00eds garantir\u00e1 mais efici\u00eancia, reduzindo burocracias. Em rela\u00e7\u00e3o ao aumento do imposto para os importados, a compreens\u00e3o \u00e9 que os produtos nacionais tendam a ficar mais atraentes, uma vez que o custo dever\u00e1 ser menor ao consumidor final.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tem colaborado para o cen\u00e1rio o fato de o setor estar, em n\u00edvel global, direcionado para o desenvolvimento de ve\u00edculos h\u00edbridos, flex e el\u00e9tricos, explica Milad, da JATO do Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a ind\u00fastria brasileira atrasada nesse tipo de investimento, as montadoras chinesas \u2014 j\u00e1 desenvolvidas nesse sentido \u2014 passaram, portanto, a pressionar fortemente o mercado interno, colaborando com essa nova corrida dentro do setor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quais as perspectivas para o setor<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na esteira dos novos investimentos, Milad acredita que &#8220;agora, portanto, teremos dinheiro para o desenvolvimento de novas tecnologias&#8221;, com fatores &#8220;convergindo para que o pa\u00eds tenha um grande potencial de crescimento do setor&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A expectativa da Federa\u00e7\u00e3o Nacional da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores (Fenabrave) \u00e9 de um crescimento de 12% nas vendas de autom\u00f3veis e comerciais leves em 2024, totalizando 2,44 milh\u00f5es de emplacamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEstamos prevendo uma poss\u00edvel melhora na oferta do cr\u00e9dito, assim como um ambiente positivo na ind\u00fastria, que ter\u00e1 mais incentivos para o desenvolvimento de novos produtos a partir do programa Mover&#8221;, analisou Andreta Jr., presidente da Fenabrave, em relat\u00f3rio publicado no in\u00edcio deste ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto isso, a Anfavea estima um aumento de 6,2% na produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos leves e pesados em 2024, al\u00e9m de um avan\u00e7o de 6,1% nos emplacamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O que dizem as montadoras<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Volkswagen<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O g1 foi recebido pelo CEO da Volkswagen, Ciro Possobom, para analisar o cen\u00e1rio e comentar os novos investimentos da montadora. Para o executivo, a nova onda de aportes \u00e9 consequ\u00eancia de um cen\u00e1rio mais positivo ap\u00f3s a pandemia de Covid-19 e o pico de escassez de semicondutores \u2014 equipamento fundamental para a ind\u00fastria automotiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Possobom destaca que esse \u00e9 um momento em que o setor automotivo est\u00e1 se transformando de uma ind\u00fastria a combust\u00e3o para uma mais eletrificada, com carros h\u00edbridos e os 100% el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O montante anunciado pela empresa (R$ 16 bilh\u00f5es) \u00e9 o segundo mais alto do novo ciclo de investimentos, atr\u00e1s apenas da Stellantis (R$ 30 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BYD<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para a BYD, o Brasil \u00e9 um dos maiores mercados de autom\u00f3veis do mundo e, por isso, possui uma import\u00e2ncia estrat\u00e9gica. \u00c9 o que afirma Alexandre Baldy, conselheiro especial da montadora, que tamb\u00e9m atribui ao pa\u00eds um &#8220;enorme potencial de transforma\u00e7\u00e3o rumo a uma economia verde e sustent\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 que, at\u00e9 o fim de 2024, os primeiros ve\u00edculos da BYD comecem a ser produzidos no complexo de Cama\u00e7ari, na Bahia, onde a f\u00e1brica da montadora est\u00e1 sendo instalada. O polo industrial \u00e9 o mesmo onde funcionou a Ford at\u00e9 a empresa deixar o pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A companhia tamb\u00e9m pretende ampliar sua rede de concession\u00e1rias de autom\u00f3veis. A expectativa \u00e9 chegar at\u00e9 o final de 2024 com um total de 200 estabelecimentos no Brasil, diz Baldy, refor\u00e7ando que &#8220;o pa\u00eds \u00e9 o principal foco da BYD fora da \u00c1sia&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A grande aposta da BYD no Brasil e no mundo \u00e9 na cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis amparadas por pesquisas. A empresa acredita na prosperidade no mercado de energia e que o pa\u00eds possa ter autonomia completa neste segmento&#8221;, conclui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Toyota<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Toyota &#8220;tem planos ambiciosos para acelerar ainda mais suas opera\u00e7\u00f5es no pa\u00eds&#8221;, afirma o diretor de comunica\u00e7\u00e3o da empresa e presidente da Funda\u00e7\u00e3o Toyota, Roberto Braun.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo ele, os novos investimentos v\u00e3o viabilizar a expans\u00e3o do parque fabril da montadora em Sorocaba, no interior de S\u00e3o Paulo, que ganhar\u00e1 novas instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O foco principal dos aportes, diz, \u00e9 &#8220;impulsionar a descarboniza\u00e7\u00e3o por meio de novas tecnologias de eletrifica\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O porta-voz da empresa tamb\u00e9m destaca que, em termos globais, a Toyota acredita em diferentes rotas tecnol\u00f3gicas para a descarboniza\u00e7\u00e3o, &#8220;mas aposta que o caminho para a eletrifica\u00e7\u00e3o no Brasil come\u00e7a pelos h\u00edbridos flex&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Procurada, a Stellantis n\u00e3o respondeu \u00e0s perguntas do g1 sobre os temas abordados nesta reportagem. A GM\/Chevrolet, por sua vez, informou que n\u00e3o iria se pronunciar. (Portal G1\/Andr\u00e9 Catto)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portal G1 &nbsp; H\u00e1 pouco mais de tr\u00eas anos, a Ford chocou a ind\u00fastria nacional ao decidir deixar o Brasil. 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