{"id":65300,"date":"2023-05-02T08:27:31","date_gmt":"2023-05-02T11:27:31","guid":{"rendered":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=65300"},"modified":"2023-05-02T08:27:31","modified_gmt":"2023-05-02T11:27:31","slug":"participacao-brasileira-no-pib-global-e-mais-baixa-em-43-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2023\/05\/02\/participacao-brasileira-no-pib-global-e-mais-baixa-em-43-anos\/","title":{"rendered":"Participa\u00e7\u00e3o brasileira no PIB global \u00e9 mais baixa em 43 anos"},"content":{"rendered":"<p><em>O Estado de S. Paulo <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No final de 2023, a participa\u00e7\u00e3o do PIB do Brasil na economia global deve ser de 2,3%, a mais baixa desde 1980, quando teve in\u00edcio a s\u00e9rie hist\u00f3rica elaborada pelo Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI), informa Luiz Guilherme Gerbelli. O fraco desempenho da economia brasileira nos \u00faltimos anos levou a uma perda de relev\u00e2ncia do Pa\u00eds no cen\u00e1rio mundial. E a tend\u00eancia \u00e9 de queda pelos pr\u00f3ximos anos. \u201cO Brasil tem um problema s\u00e9rio de crescimento econ\u00f4mico\u201d, afirma Alberto Ramos, diretor de pesquisa macroecon\u00f4mica para Am\u00e9rica Latina do Goldman Sachs. Para ele, h\u00e1 uma longa agenda para o Pa\u00eds virar a p\u00e1gina do baixo crescimento. Al\u00e9m de qualificar m\u00e3o de obra, ser\u00e1 preciso avan\u00e7ar no ambiente de neg\u00f3cios, no investimento em pesquisa e inova\u00e7\u00e3o e abrir a economia ao com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O fraco desempenho da economia brasileira nos \u00faltimos anos levou a uma perda de relev\u00e2ncia do Pa\u00eds no cen\u00e1rio mundial. Ao fim deste ano, a participa\u00e7\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil na economia global deve corresponder a 2,3%, a mais baixa desde 1980, quando teve in\u00edcio a s\u00e9rie hist\u00f3rica elaborada pelo Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Num momento em que o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva tenta reinserir o Pa\u00eds no cen\u00e1rio global com viagens para China, Estados Unidos e Europa, os dados do Fundo revelam um cen\u00e1rio adverso. A perda de participa\u00e7\u00e3o do PIB brasileiro vem ocorrendo seguidamente \u2013 na d\u00e9cada de 1980, o Brasil chegou a responder por 4% da economia do mundo \u2013 e deve se manter em queda pelos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que ajuda a explicar a perda de relev\u00e2ncia do Brasil \u00e9 o baixo crescimento registrado ao longo de quase 40 anos. O desempenho do PIB brasileiro tem sido inferior ao de outras economias, sobretudo quando se faz a compara\u00e7\u00e3o com pa\u00edses emergentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO Brasil tem um problema s\u00e9rio de crescimento econ\u00f4mico. Perdeu a d\u00e9cada de 80, cresceu bem devagar nos anos 90, teve sorte na primeira d\u00e9cada deste s\u00e9culo por causa do crescimento da China e pelos pre\u00e7os de commodities, mas os \u00faltimos anos voltaram a ser perdidos\u201d, afirma Alberto Ramos, diretor de pesquisa macroecon\u00f4mica para Am\u00e9rica Latina do Goldman Sachs.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os dados que tratam da atividade global foram atualizados neste m\u00eas pelo FMI. A participa\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses na economia mundial \u00e9 medida em Paridade do Poder de Compra (PPP, na sigla em ingl\u00eas), para deixar mais justa a compara\u00e7\u00e3o entre as diferentes economias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDepois do ciclo do crescimento com industrializa\u00e7\u00e3o dos anos 30 ao final dos anos 70, o Brasil parou de se desenvolver\u201d, acrescenta M\u00e1rcio Holland, professor da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas e ex-secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Minist\u00e9rio da Fazenda. \u201cO ciclo de industrializa\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o foi acompanhado por fatores essenciais para uma economia capitalista moderna. Um deles \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>D\u00e9ficit na forma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo dessas d\u00e9cadas, o Brasil ampliou os anos de escolaridade da popula\u00e7\u00e3o, mas sem garantir uma boa qualidade. \u201cInfelizmente, para padr\u00f5es internacionais, a qualidade educacional brasileira \u00e9 extremamente tr\u00e1gica, desde a primeira inf\u00e2ncia, passando pelo ensino b\u00e1sico e m\u00e9dio\u201d, diz Holland.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Pa\u00eds tamb\u00e9m superou obst\u00e1culos importantes na economia, como o processo inflacion\u00e1rio, e avan\u00e7ou na consolida\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es importantes, mas a escolha de pol\u00edticas econ\u00f4micas equivocadas resultou numa severa crise fiscal e provocou anos de dura recess\u00e3o \u2013 como em 2015 e 2016 \u2013, que foram seguidos por per\u00edodos de baixo crescimento do PIB, agravados pelos impactos provocados pela pandemia de covid-19.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cCom o Plano Real, o Brasil come\u00e7ou a colher os benef\u00edcios da estabilidade de pre\u00e7os, que foi potencializada por medidas como a Lei de Responsabilidade Fiscal, implementa\u00e7\u00e3o de metas de infla\u00e7\u00e3o, a ideia de um Banco Central, na pr\u00e1tica, independente, privatiza\u00e7\u00f5es. Tudo isso resultou num aumento de potencial de crescimento da economia, mas que foi interrompido por pol\u00edticas econ\u00f4micas equivocadas\u201d, afirma Alessandra Ribeiro, economista e s\u00f3cia da consultoria Tend\u00eancias. \u201cColocar a economia em ordem est\u00e1 custando 10, 11 anos.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mais do que colocar a casa em ordem, o Brasil tem uma longa agenda se quiser virar a p\u00e1gina do baixo crescimento um dia. Al\u00e9m de investir em capital humano para qualificar a m\u00e3o de obra, ser\u00e1 preciso avan\u00e7ar no ambiente de neg\u00f3cios \u2013 com uma reforma tribut\u00e1ria, por exemplo \u2013, na qualidade de investimento tanto em capital f\u00edsico quanto em pesquisa e inova\u00e7\u00e3o e abrir a economia brasileira para o com\u00e9rcio internacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma agenda que come\u00e7a dentro de casa. A economia brasileira n\u00e3o vai abrir por causa de duas, 15 viagens. Se o Pa\u00eds investir em educa\u00e7\u00e3o, fica mais competitivo, essa inser\u00e7\u00e3o na economia acontece naturalmente\u201d, afirma Ramos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Preso na renda m\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A estagna\u00e7\u00e3o das \u00faltimas d\u00e9cadas tamb\u00e9m colocou o Brasil na chamada armadilha da renda m\u00e9dia \u2013 muitos pa\u00edses conseguem melhorar o PIB per capita da sua popula\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o d\u00e3o o salto seguinte para entrar no seleto grupo de economias desenvolvidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Historicamente, a economia brasileira sempre foi comparada com a da Coreia do Sul. Nos anos 1980, os dois pa\u00edses tinham um PIB per capita similar, mas o pesado investimento em educa\u00e7\u00e3o e a abertura econ\u00f4mica levaram os sul-coreanos a ter uma trajet\u00f3ria bastante diferente. Em 2028, a renda m\u00e9dia da Coreia do Sul deve chegar a US$ 70,2 mil, enquanto a do Brasil deve alcan\u00e7ar US$ 21,3 mil, de acordo com o FMI.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O atraso do Brasil \u00e9 t\u00e3o n\u00edtido que economias emergentes superaram a renda m\u00e9dia do Pa\u00eds nos \u00faltimos anos, como j\u00e1 \u00e9 o caso da Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSe n\u00e3o houver um retrocesso em pol\u00edtica fiscal, um retrocesso com o Estado voltando a ser um pilar do desenvolvimento e, por outro lado, se o Pa\u00eds conseguir avan\u00e7ar na reforma tribut\u00e1ria e em acordos comerciais, o Brasil volta a ter um crescimento (maior)\u201d, afirma Alessandra, da Tend\u00eancias. \u201cAgora, \u00e9 dif\u00edcil afirmar que o Brasil vai aumentar a sua participa\u00e7\u00e3o no PIB global, porque os outros pa\u00edses tamb\u00e9m est\u00e3o caminhando.\u201d Neste ano, o FMI estima um crescimento de apenas 0,9% para o Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c0s vezes, voc\u00ea faz a reforma que aumenta a produtividade de alguns setores, mas isso desloca o trabalhador para uma outra ocupa\u00e7\u00e3o em que ele \u00e9 pouco produtivo. \u00c9 preciso criar mais ocupa\u00e7\u00f5es de qualidade\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre\/FGV), Armando Castelar avalia que a sensa\u00e7\u00e3o de pobreza entre os brasileiros pode crescer nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele observa que o Brasil j\u00e1 tem um Produto Interno Bruto (PIB) per capita menor do que o da China, e corre o risco de ser ultrapassado pela \u00cdndia no futuro. Se esse cen\u00e1rio se confirmar, cerca de 40% da popula\u00e7\u00e3o global estar\u00e1 na frente do Brasil, destaca Castelar. \u201cO Brasil vai se tornar um pa\u00eds pobre, em vez de ser um pa\u00eds de renda m\u00e9dia, menos porque o Brasil vai empobrecer, mas mais porque o que \u00e9 (pa\u00eds) m\u00e9dio vai subir.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A seguir os principais trechos da entrevista:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por que o Brasil n\u00e3o cresce?<\/strong><\/p>\n<p>Na minha leitura, s\u00e3o dois pontos que est\u00e3o relacionados. O primeiro \u00e9 que o Brasil investe muito menos do que investiu na m\u00e9dia do per\u00edodo entre 1930 e 1980. A infraestrutura \u00e9 um bom exemplo. No per\u00edodo pr\u00e9-1980, a expans\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e a amplia\u00e7\u00e3o de rodovias foram muito mais r\u00e1pidas do que nos \u00faltimos 40 anos. E a segunda resposta \u00e9 produtividade. Ela cresceu de forma mais r\u00e1pida nesse outro per\u00edodo do que nos \u00faltimos 40 anos. As coisas s\u00e3o, em parte, relacionadas, porque o crescimento da produtividade muito grande, particularmente entre 1950 e 1980, ocorreu com a realoca\u00e7\u00e3o do trabalhador. A hist\u00f3ria cl\u00e1ssica \u00e9 a da pessoa que estava numa economia de subsist\u00eancia na agricultura e foi trabalhar na ind\u00fastria, na constru\u00e7\u00e3o, em setores em que ela era mais produtiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Essa agenda de investimento e produtividade tem sido endere\u00e7ada hoje?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 \u00f3bvio que se tem conhecimento da prioridade do investimento de infraestrutura, mas ele n\u00e3o acontece. Na verdade, tem sido at\u00e9 mais baixo nos \u00faltimos 10 anos do que nos 10 anos anteriores. Em outras \u00e1reas, eu acho que a gente teria de evoluir mais. Qual \u00e9 o problema do Brasil? Tem uma curva muito fant\u00e1stica que \u00e9 olhar o que acontece com a escolaridade do brasileiro e o que acontece com a produtividade o trabalhador. A escolaridade do trabalhador brasileiro aumentou bastante, felizmente, mas a produtividade dele cresceu muito menos. \u00c9 menor do que h\u00e1 10 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual \u00e9 a consequ\u00eancia disso?<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea educou melhor o trabalhador, o que \u00e9 bom para a vida dele como um todo, mas voc\u00ea o coloca em ocupa\u00e7\u00f5es em que ele \u00e9 pouco produtivo. \u00c9 o oposto do cen\u00e1rio pr\u00e9-1980. Se o Pa\u00eds n\u00e3o d\u00e1 oportunidade para o trabalhador estar numa ocupa\u00e7\u00e3o em que ele \u00e9 mais produtivo, essa educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o vira produtividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Diante desse cen\u00e1rio de PIB per capita estagnado, quais podem ser as consequ\u00eancias para o Brasil?<\/strong><\/p>\n<p>Tem muito pa\u00eds passando o Brasil. Se esse processo continuar, o Brasil vai se tornar um pa\u00eds pobre, em vez de ser um pa\u00eds de renda m\u00e9dia, menos porque o Brasil vai empobrecer, mas mais porque o que \u00e9 m\u00e9dio vai subir. A China tinha um PIB per capita que era uma fra\u00e7\u00e3o do nosso h\u00e1 20 anos. Hoje em dia, tem um PIB per capita mais alto. A \u00cdndia ainda est\u00e1 um pouco longe, mas, no ritmo atual, vai passar a gente tamb\u00e9m. Com a China e se \u00cdndia passar, os dois pa\u00edses representam 40% da popula\u00e7\u00e3o mundial. A percep\u00e7\u00e3o de pobreza vai aumentar. Eu acho at\u00e9 que o Brasil continua crescendo vagarosamente, tem potencial de crescer um pouquinho, mas muito pouco. Tem um outro fator que \u00e9 importante que \u00e9 o seguinte: nos \u00faltimos 40 anos, a gente tinha b\u00f4nus demogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como isso afeta a economia?<\/strong><\/p>\n<p>Antes, voc\u00ea tinha uma casa com quatro pessoas morando e duas trabalhando. Depois, passou para uma casa com quatro pessoas morando e tr\u00eas trabalhando. O PIB per capita dessa casa subia porque tinha uma propor\u00e7\u00e3o maior de gente na casa trabalhando. Ao longo dos \u00faltimos 40 anos, isso ajudou bastante. A popula\u00e7\u00e3o em idade ativa para trabalhar aumentou mais r\u00e1pido do que a popula\u00e7\u00e3o total. Ent\u00e3o, tinha mais gente gerando PIB. Isso acabou. O potencial daqui para frente \u00e9 mais reduzido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Isso implica mais reforma, abrir a economia para mudar esse cen\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n<p>De alguma forma, voc\u00ea precisa criar as ocupa\u00e7\u00f5es em que o trabalhador pode ser produtivo. Tamb\u00e9m tem um problema que \u00e9 o seguinte: \u00e0s vezes, voc\u00ea faz a reforma que aumenta a produtividade de alguns setores, mas isso simplesmente desloca o trabalhador para uma outra ocupa\u00e7\u00e3o em que ele \u00e9 pouco produtivo. Se for uma coisa que aumenta a produtividade na ind\u00fastria, mas a pessoa vai trabalhar em servi\u00e7o informal, a produtividade da economia sobe pouco. \u00c9 preciso criar liquidamente mais ocupa\u00e7\u00f5es de qualidade. (O Estado de S. Paulo\/Guilherme Gerbelli)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S. Paulo &nbsp; No final de 2023, a participa\u00e7\u00e3o do PIB do Brasil na economia global deve ser de 2,3%, a mais baixa desde 1980, quando teve in\u00edcio a s\u00e9rie hist\u00f3rica elaborada pelo Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI), informa Luiz Guilherme Gerbelli. 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