{"id":38838,"date":"2019-11-25T08:20:03","date_gmt":"2019-11-25T11:20:03","guid":{"rendered":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=38838"},"modified":"2019-11-25T08:20:03","modified_gmt":"2019-11-25T11:20:03","slug":"resistencia-para-manter-a-ford-tinha-de-ser-maior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2019\/11\/25\/resistencia-para-manter-a-ford-tinha-de-ser-maior\/","title":{"rendered":"&#8220;Resist\u00eancia para manter a Ford tinha de ser maior&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><em>Di\u00e1rio do Grande ABC <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atual coordenador do Conjuscs, o economista Jefferson Jos\u00e9 da Concei\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Turismo de S\u00e3o Bernardo na gest\u00e3o do prefeito Luiz Marinho (PT) e \u00e9 conhecedor da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da regi\u00e3o. Ao Di\u00e1rio, ele fala sobre a transforma\u00e7\u00e3o do emprego e da ind\u00fastria automotiva no Grande ABC.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima semana, dia 4 de dezembro, ele lan\u00e7a o livro \u201cEntre a M\u00e3o Invis\u00edvel e o Leviat\u00e3: Contribui\u00e7\u00f5es Heterodoxas \u00e0 Economia Brasileira\u201d, na Livraria Alpharrabio (Rua Dr. Eduardo Monteiro, 151, Jardim Bela Vista, Santo Andr\u00e9). O conte\u00fado \u00e9 relacionado a sugest\u00f5es de caminhos rumo ao desenvolvimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como o senhor classifica o atual momento pelo qual o Grande ABC passa, com fechamento de ind\u00fastrias e redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de empregos deste setor? Estamos vivendo uma era de desindustrializa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>No mundo inteiro, a ind\u00fastria perde participa\u00e7\u00e3o relativa no PIB (Produto Interno Bruto). Em meados do s\u00e9culo 20, entre as dez maiores marcas de empresas no mundo, estavam GM (General Motors), GE (General Electric), Standard Oil, IBM, Kodak e Texaco. Hoje, entre as dez maiores empresas est\u00e3o a Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon, Facebook e JP Morgan. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o. Entretanto, o mais grave \u00e9 que, especificamente, a ind\u00fastria brasileira vive, nos \u00faltimos anos, um distanciamento do padr\u00e3o de competitividade da ind\u00fastria dos pa\u00edses avan\u00e7ados, uma desconex\u00e3o com as cadeias globais de valor e uma crise sem precedentes. A participa\u00e7\u00e3o do setor industrial brasileiro no PIB caiu de 21,8% em 1985 para aproximadamente 11% atualmente. H\u00e1 quadro de estrangulamento do setor industrial brasileiro. A ind\u00fastria do Grande ABC, centrada no parque automobil\u00edstico, metal-mec\u00e2nico e qu\u00edmico e com layouts fabris estruturados na segunda metade do s\u00e9culo 20, sofre agudamente a crise. No caso do Grande ABC, a tudo isso se junta a crise internacional vivida pela ind\u00fastria automobil\u00edstica e os nossos problemas de log\u00edstica, derivados do adensamento urbano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c9 comum ouvir a tese de que o Grande ABC pode se tornar uma Detroit, que perdeu as ind\u00fastrias e viveu per\u00edodo de crise profunda na economia. H\u00e1 esse risco?<\/strong><\/p>\n<p>Esse risco de a regi\u00e3o tornar-se um brownfield, ou \u2018\u00e1rea de ferrugem\u2019, j\u00e1 estava colocado no in\u00edcio dos anos de 1990, quando a ind\u00fastria se defrontou com a abertura econ\u00f4mica acelerada e n\u00e3o seletiva, os juros draconianos, o congelamento de c\u00e2mbio e novo regime automotivo, que reduziu abruptamente as al\u00edquotas de importa\u00e7\u00e3o de autope\u00e7as, em muitos dos casos para cerca de 2%. Na d\u00e9cada de 1990, um total de 83 mil postos de trabalho industriais foi eliminado, o que representou cerca de 50% do emprego na ind\u00fastria da regi\u00e3o. O Grande ABC, contudo, mostrou forte capacidade de rea\u00e7\u00e3o, e, por meio de in\u00e9ditas iniciativas de aproxima\u00e7\u00e3o entre governos, representa\u00e7\u00f5es empresariais, sindicatos de trabalhadores e universidades, conseguiu construir iniciativas que ajudaram a encontrar respostas e superar os efeitos mais duros daquele momento. O F\u00f3rum da Cidadania, a C\u00e2mara Regional e a constitui\u00e7\u00e3o do Cons\u00f3rcio Intermunicipal e da Ag\u00eancia de Desenvolvimento Econ\u00f4mico do Grande ABC s\u00e3o frutos desse rico processo de inova\u00e7\u00e3o institucional, que a literatura econ\u00f4mica chama de novas formas de governan\u00e7a e fortalecimento do capital social. Assim, com a retomada do crescimento, a ind\u00fastria da regi\u00e3o, entre 2002 e 2011, apresentou um saldo positivo de 72 mil empregos a mais. Mas, entre 2010 e 2019, a crise voltou a se abater no Grande ABC, de tal forma que o valor adicionado pela ind\u00fastria da regi\u00e3o sofreu redu\u00e7\u00e3o de 50% no per\u00edodo. A crise atual \u00e9 mais s\u00e9ria que a dos anos de 1990, porque \u00e9 maior a desconex\u00e3o da ind\u00fastria brasileira das cadeias globais e porque o fortalecimento da ind\u00fastria ter\u00e1 que passar por novas bases tecnol\u00f3gicas. Considero que hoje estamos novamente diante de um quadro grave, mas, agora, com novos desafios a serem enfrentados e novas solu\u00e7\u00f5es a serem encontradas. O Grande ABC est\u00e1 diante de bifurca\u00e7\u00e3o e precisa saber para que lado quer ir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Outra cr\u00edtica na regi\u00e3o \u00e9 a de n\u00e3o entender o timing de investir em polo tecnol\u00f3gico ou em posto de pensamento de inova\u00e7\u00e3o. Perdemos o bonde da hist\u00f3ria?<\/strong><\/p>\n<p>Os esfor\u00e7os e iniciativas da regi\u00e3o no campo da pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o foram desprez\u00edveis nas \u00faltimas d\u00e9cadas. No interior das f\u00e1bricas, empres\u00e1rios e sindicatos atuaram para modernizar o parque produtivo, por meio de negocia\u00e7\u00f5es e acordos in\u00e9ditos, como PLR (Participa\u00e7\u00e3o nos Lucros e Resultados), banco de horas, trabalho em grupos semiaut\u00f4nomos etc. Fora das f\u00e1bricas, tivemos a conquista da UFABC (Universidade Federal do ABC), fruto de longa luta regional. Mas, n\u00e3o resta d\u00favida, para projetar um Grande ABC pr\u00f3spero no s\u00e9culo XXI, precis\u00e1vamos e ainda precisamos ir muito mais al\u00e9m. Para mim, aproxima\u00e7\u00e3o radical entre educa\u00e7\u00e3o \u2013 representada pelas universidades, escolas t\u00e9cnicas, Sistema S e outros \u2013, setor produtivo e governos locais \u00e9 essencial. As representa\u00e7\u00f5es empresariais t\u00eam que estar diariamente dentro das universidades, apoiando e orientando os problemas que querem que sejam resolvidos pelas turmas, grades disciplinares, pesquisas. As universidades e escolas devem estar diariamente dentro das empresas, por meio dos est\u00e1gios efetivamente enriquecedores de ensino e aprendizagem e da presen\u00e7a, no interior das empresas, de pesquisadores de mestrado e doutorado, com seus trabalhos tratando de quest\u00f5es relacionadas \u00e0 ind\u00fastria local. Tudo isso apoiado e incrementado pelos governos. Entendo tamb\u00e9m que devemos sair do impasse da estrutura\u00e7\u00e3o f\u00edsica de um parque tecnol\u00f3gico. Isso fica para o futuro. No momento, j\u00e1 seria enorme avan\u00e7o a estrutura\u00e7\u00e3o de parque tecnol\u00f3gico em rede, que envolvesse institui\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisa, empresas e os sete munic\u00edpios, e que aproveitasse as instala\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, como laborat\u00f3rios, equipamentos e salas j\u00e1 existentes em universidades e empresas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A Ford encerrou atividades em S\u00e3o Bernardo. A regi\u00e3o perdeu uma de suas seis montadoras e, consequentemente, 2.800 empregos diretos. Caso as negocia\u00e7\u00f5es com a Caoa n\u00e3o evoluam, o que a regi\u00e3o ter\u00e1 de enfrentar?<\/strong><\/p>\n<p>A regi\u00e3o, o Estado e o Brasil perderam mais do que 2.800 empregos. Entre diretos, indiretos e terceirizados, calculam-se em 4.300 trabalhadores. Isso significa impacto total anual negativo entre 15 mil e 30 mil empregos perdidos em toda a cadeia. Considerando-se a cadeia produtiva e os familiares que dependiam desta renda, \u00e9 poss\u00edvel estimar em mais de 100 mil pessoas atingidas. O efeito multiplicador na economia potencializa ainda mais essa perda, pois significa menos demanda de produtos e servi\u00e7os e menos arrecada\u00e7\u00e3o. A perda situa-se entre R$ 2,5 bilh\u00f5es e R$ 3,5 bilh\u00f5es. Em dez anos, o impacto pode ser superior a R$ 35 bilh\u00f5es. Suponho que entre 50% e 60% desses n\u00fameros referem-se ao Grande ABC. Contudo, a perda mais expressiva \u00e9 a que ocorre no campo das inova\u00e7\u00f5es e tecnologias. A f\u00e1brica da Ford em S\u00e3o Bernardo lan\u00e7ou tend\u00eancias no mercado automotivo, implementou melhorias tecnol\u00f3gicas em motores, representou espa\u00e7o de carreira para in\u00fameros jovens qualificados. E tamb\u00e9m inovou nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho. Foi, por exemplo, a primeira a lan\u00e7ar o banco de horas e o regime de lay-off, e uma das primeiras a negociar a PLR. O fechamento da Ford traz preocupa\u00e7\u00e3o nova, pois ela pode levar a decis\u00f5es empresariais semelhantes em outras empresas. Por isso, era importante que a resist\u00eancia por parte do Estado, munic\u00edpios e entidades empresariais tivesse sido ainda maior do que foi. Espero que com a Caoa ou com outro grupo as negocia\u00e7\u00f5es evoluam. E que os governos municipal e estadual considerem que a continuidade da atividade industrial naquela planta fabril \u00e9 de suma import\u00e2ncia ao desenvolvimento local, ainda que com reformula\u00e7\u00f5es e olhando para a frente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O setor automotivo continuar\u00e1 sendo o maior da regi\u00e3o em valor agregado?<\/strong><\/p>\n<p>As estat\u00edsticas de mensura\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o de riqueza, como valor agregado, PIB, empregos etc, precisam sofrer atualiza\u00e7\u00f5es, diante das in\u00fameras transforma\u00e7\u00f5es no mundo da produ\u00e7\u00e3o, do trabalho e do consumo. \u00c9 dif\u00edcil hoje saber a linha divis\u00f3ria entre a atividade industrial e a atividade de servi\u00e7os para a ind\u00fastria. O valor do projeto de um ferramental automotivo feito por um escrit\u00f3rio terceirizado utilizando softwares avan\u00e7ados deve ser computado na ind\u00fastria ou no servi\u00e7o? Esta linha ficar\u00e1 ainda mais t\u00eanue com a chamada ind\u00fastria 4.0, no qual a presen\u00e7a de servi\u00e7os de TI (Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o), manuten\u00e7\u00e3o, impress\u00e3o 3D etc, crescer\u00e3o acentuadamente. Pelas estat\u00edsticas atuais, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o representa entre 20% e 25% do total do PIB do Grande ABC. Portanto, servi\u00e7os j\u00e1 s\u00e3o a parcela majorit\u00e1ria. Mas o peso do setor industrial \u00e9 grande, e essa linha demarcat\u00f3ria entre um setor e outro n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o clara. Entendo que a ind\u00fastria \u2013 a automotiva sim, mas n\u00e3o apenas ela \u2013 deveria ser tomada como eixo de uma pol\u00edtica ativa de desenvolvimento por parte dos atores e institui\u00e7\u00f5es locais. Evidentemente que estou falando de uma ind\u00fastria do futuro, fortemente calcada em tecnologias de ponta, intera\u00e7\u00e3o com as \u00e1reas de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o de profissionais qualificados, forte intera\u00e7\u00e3o com a economia digital e com empresas do tipo startups. Neste sentido, a regi\u00e3o tem que estruturar pol\u00edticas de aproxima\u00e7\u00e3o entre as empresas industriais e as de servi\u00e7os. Deve tamb\u00e9m buscar atrair para a regi\u00e3o servi\u00e7os avan\u00e7ados como TI, design e simula\u00e7\u00f5es, isso em ambientes interativos como condom\u00ednios industriais e coworkings.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como o senhor enxerga o Grande ABC economicamente daqui a 30 anos?<\/strong><\/p>\n<p>Em vez de diagn\u00f3stico frio e distante, creio que o ideal \u00e9 refor\u00e7ar que nosso futuro pode ser constru\u00eddo a partir de hoje, isto \u00e9, a partir da nossa capacidade de fazer planejamento estrat\u00e9gico de longo, m\u00e9dio e curto prazos, e execut\u00e1-lo e monitor\u00e1-lo, com os devidos ajustes a cada momento. Esse planejamento n\u00e3o pode ser fruto da cabe\u00e7a de alguns tecnocratas, mas a v\u00e1rias m\u00e3os a partir de um esfor\u00e7o regional, com participa\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es empresariais, universidades, sindicatos de trabalhadores. Se assim for, teremos a chance de um Grande ABC economicamente moderno, atualizado tecnologicamente e competitivo, bem como de qualidade de vida para os seus moradores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Raio X<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome:<\/strong> Jefferson Jos\u00e9 da Concei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Estado civil:<\/strong> Casado<\/p>\n<p><strong>Idade:<\/strong> 57 anos<\/p>\n<p><strong>Local de nascimento:<\/strong> Corumb\u00e1, Mato Grosso do Sul<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o:<\/strong> Gradua\u00e7\u00e3o em economia pela UFRJ; mestrado em administra\u00e7\u00e3o pelo Imes; doutorado em sociologia pela USP<\/p>\n<p><strong>Hobby:<\/strong> corridas de rua<\/p>\n<p><strong>Local predileto:<\/strong> Gosto de lugares que lembrem a hist\u00f3ria, como antiga estrada que liga o Grande ABC \u00e0 Baixada Santista; Ouro Preto, em Minas; Roma, Paris e Berlim, no Exterior<\/p>\n<p><strong>Livro que recomenda:<\/strong> Ele Est\u00e1 de Volta, de Timur Vermes (2012) e A Grande Transforma\u00e7\u00e3o, de Karl Polanyi (1944).<\/p>\n<p><strong>Artista que marcou sua vida:<\/strong> Chico Buarque<\/p>\n<p><strong>Profiss\u00e3o:<\/strong> economista e professor universit\u00e1rio<\/p>\n<p><strong>Onde trabalha:<\/strong> Universidade Municipal de S\u00e3o Caetano<\/p>\n<p>(Di\u00e1rio do Grande ABC\/Yara Ferraz)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Di\u00e1rio do Grande ABC &nbsp; Atual coordenador do Conjuscs, o economista Jefferson Jos\u00e9 da Concei\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Turismo de S\u00e3o Bernardo na gest\u00e3o do prefeito Luiz Marinho (PT) e \u00e9 conhecedor da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da regi\u00e3o. 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