{"id":2272,"date":"2015-09-02T08:54:04","date_gmt":"2015-09-02T11:54:04","guid":{"rendered":"http:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=2272"},"modified":"2015-09-02T08:54:04","modified_gmt":"2015-09-02T11:54:04","slug":"industria-comeca-a-substituir-insumos-importados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2015\/09\/02\/industria-comeca-a-substituir-insumos-importados\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria come\u00e7a a substituir insumos importados"},"content":{"rendered":"<p><em>O Estado de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Empresas brasileiras come\u00e7am a intensificar a\u00e7\u00f5es de substitui\u00e7\u00e3o de insumos importados pelos nacionais por causa da alta do d\u00f3lar. A troca, ainda incipiente, tem sido for\u00e7ada pela forte desvaloriza\u00e7\u00e3o do real, de 36,84% ao longo deste ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um estudo da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) j\u00e1 d\u00e1 ind\u00edcios dessa substitui\u00e7\u00e3o. No segundo trimestre, a participa\u00e7\u00e3o dos insumos importados utilizados pela ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o foi de 24,5% no acumulado em 12 meses, uma queda ante o resultado do primeiro trimestre, de 24,8%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO movimento ainda \u00e9 pequeno, mas essa troca \u00e9 uma tend\u00eancia e as empresas certamente v\u00e3o tentar fazer essa substitui\u00e7\u00e3o no futuro\u201d, afirma Renato da Fonseca, diretor de pesquisa e competitividade da CNI.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por ora, \u00e9 dif\u00edcil apontar onde o c\u00e2mbio vai parar, mas a certeza entre os empres\u00e1rios e economistas \u00e9 de que o novo patamar do d\u00f3lar \u00e9 irrevers\u00edvel. Os analistas consultados pelo Banco Central para a elabora\u00e7\u00e3o do boletim Focus esperam que o d\u00f3lar encerre o ano cotado a R$ 3,50. Em 2016, a previs\u00e3o \u00e9 de que chegue a R$ 3,60. Nesta segunda\u00adfeira, no entanto, a moeda americana j\u00e1 fechou em R$ 3,6330.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os dados da balan\u00e7a comercial tamb\u00e9m d\u00e3o algumas mostras dessa substitui\u00e7\u00e3o por causa da forte queda da importa\u00e7\u00e3o de produtos manufaturados, embora boa parte desse recuo seja atribu\u00edda ao mau momento da economia brasileira. Entre janeiro e julho, a compra de bens de capital pelo Brasil recuou 15,08% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. A importa\u00e7\u00e3o de bens de consumo caiu 13,53%, e a de mat\u00e9rias\u00adprimas e produtos intermedi\u00e1rios diminuiu 15,45%. \u201cNa balan\u00e7a comercial, esse cen\u00e1rio ainda \u00e9 pequeno. Mas deve se intensificar at\u00e9 2016\u201d, afirma Jos\u00e9 Augusto de Castro, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio Exterior do Brasil (AEB).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Troca. Al\u00e9m de insumos, o movimento de nacionaliza\u00e7\u00e3o ocorre com componentes e produtos acabados. A fabricante de autope\u00e7as ElringKlinger pretende reduzir de 50% para 30% o total de mat\u00e9rias\u00adprimas e componentes importados usados em sua produ\u00e7\u00e3o em at\u00e9 um ano e meio. Neste ano, cerca de 10 a 12 itens j\u00e1 foram nacionalizados, entre os quais incertos de lat\u00e3o (esp\u00e9cie de porca de pe\u00e7a que envolve motores), que vinham da Tail\u00e2ndia, e pe\u00e7as em espuma, antes compradas na Alemanha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAntes, esses itens eram entre 15% a 20% mais baratos l\u00e1 fora, mas agora, com a alta do d\u00f3lar, \u00e9 mais vantajoso comprar aqui, mesmo com os custos em reais subindo, por exemplo, com a conta de energia el\u00e9trica\u201d, diz o presidente da ElringKlinger, Fernando Petrolino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m do pre\u00e7o mais em conta, o executivo ressalta a economia com a log\u00edstica, o transporte e o armazenamento. Em 2015, as compras externas da empresa j\u00e1 ca\u00edram 10% em rela\u00e7\u00e3o a 2014. At\u00e9 o ano passado, 60% das mat\u00e9rias\u00adprimas e pe\u00e7as usadas na produ\u00e7\u00e3o vinham de fora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro movimento registrado pela empresa, que tem f\u00e1brica em Piracicaba (SP), \u00e9 o interesse de clientes, especialmente montadoras, de tamb\u00e9m comprar localmente itens hoje importados. \u201cEstamos sendo procurados por clientes para localizar pe\u00e7as que eles importam, como juntas de cabe\u00e7ote\u201d, diz Petrolino. Em raz\u00e3o desse projeto, a empresa estuda ampliar o n\u00famero de empregados, hoje em 320.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os planos de nacionaliza\u00e7\u00e3o do grupo Fiat Chrysler para a f\u00e1brica da Jeep, inaugurada em abril em Goiana (PE), tamb\u00e9m est\u00e3o sendo acelerados em raz\u00e3o da disparada cambial. O diretor de compras da companhia, Antonio Filosa, contabiliza cerca de 200 itens a serem Ind\u00fastria come\u00e7a a substituir insumos importados produzidos localmente at\u00e9 2017. \u201cSem d\u00favida, o d\u00f3lar \u00e9 um acelerador\u201d, diz o executivo. Mas ele ressalta que a qualidade do produto ser\u00e1 uma obsess\u00e3o nesse processo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje, cerca de 35% dos itens usados na produ\u00e7\u00e3o do utilit\u00e1rio Renegade v\u00eam da Europa e da \u00c1sia, mas a ideia \u00e9 reduzir essa fatia para 18% a 20%. Filosa lembra que o d\u00f3lar, nos \u00faltimos nove meses, subiu mais de 50% em rela\u00e7\u00e3o ao real, e o euro seguiu a mesma tend\u00eancia. \u201cIsso pesa muito nas contas econ\u00f4micas e na competitividade\u201d, diz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sem repasse<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Osias Galantine, diretor de compras da CNH Industrial Am\u00e9rica Latina, diz que a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o do real tem sido um \u201cdesastre\u201d para o grupo, que tem sob seu guarda\u00adchuva as montadoras de caminh\u00f5es Iveco e de equipamentos agr\u00edcolas CNH. \u201cEst\u00e1 todo mundo sofrendo, principalmente porque o mercado n\u00e3o absorve repasse de pre\u00e7os\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A empresa j\u00e1 trabalhava com um programa de nacionaliza\u00e7\u00e3o que inclui a constru\u00e7\u00e3o de um parque com cerca de 20 fornecedores ao lado da f\u00e1brica da Iveco, em Sete Lagoas (MG), mas nos \u00faltimos meses intensificou esfor\u00e7os para reduzir as importa\u00e7\u00f5es. \u201cTemos um investimento de mais de US$ 100 milh\u00f5es em projetos de produ\u00e7\u00e3o local de pe\u00e7as\u201d, diz Galantine. Na lista de itens est\u00e3o pe\u00e7as pl\u00e1sticas e estampadas hoje adquiridas na Europa, EUA e \u00c1sia. Antes da forte desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, esses componentes eram adquiridos a pre\u00e7os at\u00e9 25% inferiores aos nacionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cCom o d\u00f3lar a R$ 3,30, j\u00e1 conseguimos um equil\u00edbrio de pre\u00e7os\u201d, diz o executivo. Somado ao custo menor com log\u00edstica, a vantagem justifica os investimentos, afirma Galantine, que s\u00f3 v\u00ea um risco no processo: o de a infla\u00e7\u00e3o corroer esses ganhos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cerca de 25% a 30% dos itens utilizados na produ\u00e7\u00e3o das empresas da CNH s\u00e3o importados atualmente, e o objetivo \u00e9 reduzir esse conte\u00fado para 15% a 20%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Setor t\u00eaxtil<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O setor t\u00eaxtil se mobiliza para um evento nas pr\u00f3ximas semanas que reunir\u00e1 fabricantes e varejo para avaliar itens que podem sair da lista de importados e serem adquiridos localmente. O setor deve importar cerca de US$ 7 bilh\u00f5es este ano, o equivalente a 13% do seu faturamento. A maior parte \u00e9 de tecidos e roupas prontas trazidas da China, Bangladesh, \u00cdndia e Turquia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria T\u00eaxtil (Abit), Rafael Cervone, acredita que, no curto e m\u00e9dio prazos, pelo menos US$ 500 milh\u00f5es do montante importado poder\u00e1 ser nacionalizado. Segundo ele, j\u00e1 h\u00e1 um movimento de recuo das compras externas. \u201cHouve forte desacelera\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos meses em raz\u00e3o do c\u00e2mbio, mas tamb\u00e9m do freio da economia\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A fabricante de roupas infantis Brandili, com duas f\u00e1bricas em Santa Catarina, j\u00e1 conseguiu neste ano reduzir a participa\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as importadas em seu neg\u00f3cio de 14% para 12%, e pretende chegar aos 10% at\u00e9 o pr\u00f3ximo ano. \u201cJ\u00e1 nacionalizamos a compra de alguns produtos prontos, como o jeans. Al\u00e9m disso, temos estudos para outras linhas que incluem produtos de sarja (cal\u00e7as e bermudas)\u201d, informa Rog\u00e9rio Pieritz, gerente de Planejamento da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Brandili pretende tamb\u00e9m importar mat\u00e9rias\u00adprimas ao inv\u00e9s de produtos prontos. A maior parte dos importados \u00ad vestidos de tecido, jaquetas de microfibra e bermudas de sarja \u00ad vem da China e de Bangladesh. Outra parcela vem do Paraguai, onde a empresa tem uma filial. O grupo tamb\u00e9m exporta para 26 pa\u00edses. (O Estado de S. Paulo\/Cleide Silva)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S. Paulo &nbsp; Empresas brasileiras come\u00e7am a intensificar a\u00e7\u00f5es de substitui\u00e7\u00e3o de insumos importados pelos nacionais por causa da alta do d\u00f3lar. 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