{"id":18944,"date":"2017-08-10T08:34:19","date_gmt":"2017-08-10T11:34:19","guid":{"rendered":"http:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=18944"},"modified":"2017-08-10T08:34:19","modified_gmt":"2017-08-10T11:34:19","slug":"fiascos-historicos-duas-vezes-em-que-a-fiat-resolveu-se-achar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2017\/08\/10\/fiascos-historicos-duas-vezes-em-que-a-fiat-resolveu-se-achar\/","title":{"rendered":"Fiascos hist\u00f3ricos: duas vezes em que a Fiat resolveu se achar"},"content":{"rendered":"<p><em>Jornal do Carro<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Jornal do Carro inicia hoje a s\u00e9rie semanal Fiascos hist\u00f3ricos. Aqui, o objetivo \u00e9 mostrar iniciativas das montadoras que at\u00e9 pareciam interessantes, mas acabaram se transformando em um grande mico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Fiat \u00e9 a marca de carros mais popular do Brasil. At\u00e9 existem, hoje, com a amplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de montadoras, algumas que tamb\u00e9m s\u00e3o especializadas em modelos de entrada. Por\u00e9m, por tradi\u00e7\u00e3o, sempre que se pensa em carro popular, a associa\u00e7\u00e3o imediata acaba sendo com a Fiat.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O principal motivo \u00e9 o Uno, que depois virou Mille. O carro, produzido por muitos anos, sempre fez sucesso, e chegou a ser o mais barato do Brasil. Depois, foi substitu\u00eddo pela nova gera\u00e7\u00e3o do Uno, que investia na vertente popular at\u00e9 a chegada do Mobi.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Fiat, por\u00e9m, j\u00e1 quis se achar uma marca n\u00e3o estritamente popular. V\u00e1rias vezes. Quatro foram mais not\u00e1veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em duas, a Fiat pagou um grande mico. Mico esse, ali\u00e1s, que acabou trazendo uma fama ruim para a marca: a de n\u00e3o saber fazer carros sofisticados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A primeira vez que a popular Fiat se achou premium foi com o sed\u00e3 m\u00e9dio Tempra. O modelo foi lan\u00e7ado em 1991, e era a vers\u00e3o nacional de um carro global.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A marca n\u00e3o fabricava um carro superior aos da linha Uno desde 1986, o que refor\u00e7ava sua fama de popular. Por\u00e9m, o Tempra acabou caindo no gosto do povo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele tinha interior espa\u00e7oso e bem acabado, e algumas tecnologias n\u00e3o dispon\u00edveis na concorr\u00eancia. Os principais rivais foram VW Santana e Chevrolet Monza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Tempra sobreviveu at\u00e9 1998, com 204.795 unidades produzidas. O n\u00famero representa sucesso no segmento, que n\u00e3o tinha tanto volume naquela \u00e9poca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Marea, o primeiro grande mico<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s conviver com o Marea durante alguns meses, o Tempra saiu de cena, deixando o espa\u00e7o livre para seu sucessor. O novato vinha embalado pelo sucesso do antecessor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos primeiros anos, n\u00e3o fez feio. Seu auge foi o ano de 1999, quando teve 16.819 unidades vendidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por\u00e9m, de 2003 em diante, o Marea foi um grande fiasco. Daquele ano at\u00e9 2008, quando finalmente saiu de linha, nunca conseguiu ultrapassar vendas de 2 mil unidades anuais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foram dois os principais fatores que levaram \u00e0 derrocada do Marea. Ele passou a apresentar muitos problemas mec\u00e2nicos. Falhas essas que os mec\u00e2nicos tinham dificuldade em resolver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O problema mais not\u00e1vel era fruto da posi\u00e7\u00e3o da correia do motor, que ficava posicionada na parte de tr\u00e1s do carro. Isso exigia a desmontagem de toda a frente do carro, ou a retirada do motor, para alcan\u00e7ar o componente. Assim, o servi\u00e7o era muito caro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outra falha estava no \u00f3leo do motor da vers\u00e3o de cinco cilindros. Ele deveria ser trocado a cada 20 mil km. Os \u00f3leos do Brasil s\u00e3o para mudan\u00e7as a cada 5 mil ou 10 mil km. Com isso, o cliente era obrigado a comprar um produto espec\u00edfico da Fiat, bem mais caro que os demais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Muitos propriet\u00e1rios, por isso, deixaram de fazer as trocas no tempo correto. As quebras no motor se tornaram constantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Marea ficou, portanto, conhecido como uma \u201cbomba\u201d automotiva. Al\u00e9m disso, a concorr\u00eancia foi ficando bem mais moderna.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2003, chegou a gera\u00e7\u00e3o do Corolla que revolucionou o segmento de sed\u00e3s m\u00e9dios. Foi aquele carro que ficou conhecido como Corolla \u201cBrad Pitt\u201d. Isso porque o astro norte-americano era garoto propaganda do sed\u00e3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2006, veio o Civic de oitava gera\u00e7\u00e3o, inovando com um visual moderno e levando novos clientes \u00e0 Honda. Isso sem falar no Vectra, para o qual o Marea nunca foi p\u00e1reo no mercado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em dez anos de mercado, o sed\u00e3 Marea teve apenas 54.781 unidades produzidas, um n\u00famero praticamente p\u00edfio. Ele ajudou a dar \u00e0 Fiat a fama de n\u00e3o saber fazer carros fora do segmento popular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Linea, um mico ainda maior\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois do Marea, a Fiat n\u00e3o desistiu de investir em sed\u00e3s m\u00e9dios. Ou, no caso do Linea, um \u201cpseudo\u201d sed\u00e3 m\u00e9dio. Ser fabricante de carros populares garante alto volume. No entanto, os modelos de maior valor agregado geram mais margem de lucro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por\u00e9m, n\u00e3o existia nenhum ve\u00edculo na linha mundial da Fiat capaz de encarar Civic, Corolla e cia. A solu\u00e7\u00e3o veio com um modelo desenvolvido com foco no Leste Europeu, e feito sobre a base do Punto \u2013 que j\u00e1 era produzido no Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, surgiu o Linea, que poderia ter sido bem sucedido. O problema foi o posicionamento adotado pela Fiat no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Linea, na ess\u00eancia, era um modelo com cacife para enfrentar Honda City e, posteriormente, o Chevrolet Cobalt. Era um sed\u00e3 derivado de carro compacto, mas com entre-eixos alongado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O entre-eixos garantia mais espa\u00e7o interno que os sed\u00e3s compactos tradicionais \u2013 embora sua largura fosse limitada. Por\u00e9m, ele tinha solu\u00e7\u00f5es simples t\u00edpicas de carros mais baratos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ideia da Fiat foi posicionar o Linea como um sed\u00e3 m\u00e9dio com \u00f3timo custo-benef\u00edcio. Por ser mais simples que a concorr\u00eancia, ele tinha tamb\u00e9m pre\u00e7o mais atraente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os primeiros anos n\u00e3o foram desastrosos. O marketing funcionou. Entre 2009 e 2011, o Linea teve seus melhores desempenhos, sempre acima das 10 mil unidades vendidas anualmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca, esse n\u00famero garantiu para ele posi\u00e7\u00f5es entre a terceira e a quinta do segmento, dependendo do ano. Por\u00e9m, de 2012 em diante, o Linea come\u00e7ou a decair.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A concorr\u00eancia foi se modernizando, e o carro da Fiat, um projeto de segmento inferior, n\u00e3o era capaz de acompanhar. Cada vez mais, ele foi ficando tecnologicamente inferior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o consumidor do segmento passou a exigir c\u00e2mbio autom\u00e1tico. As vers\u00f5es manuais perderam representatividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nesse contexto, tudo o que o Linea tinha a oferecer era o sofr\u00edvel automatizado Dualogic, de uma embreagem. Essa solu\u00e7\u00e3o podia at\u00e9 funcionar em modelos de entrada, como o Palio, mas jamais no segmento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em nove anos de mercado, o Linea amargou apenas 69.379 unidades vendidas. O desempenho pode ser considerado ainda pior que o do Marea, pois ele existiu no per\u00edodo mais pr\u00f3spero para as vendas de carros no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para compara\u00e7\u00e3o, em igual per\u00edodo, o Corolla teve 514.222 emplacamentos e o Civic, 380.236. A dupla Vectra e Cruze, da Chevrolet, registrou 196.293 unidades vendidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Toro e a reden\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por ora, a Fiat parece ter desistido de ter um sed\u00e3 m\u00e9dio. Por\u00e9m, a marca persiste em atuar na categoria de carros de maior valor agregado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A nova investida foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 compra da Chrysler. Usando uma plataforma da Jeep, a Fiat criou a Toro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E, ent\u00e3o, veio a reden\u00e7\u00e3o, pois hoje esta \u00e9 a picape mais vendida do Pa\u00eds. A Toro \u00e9 mais bem sucedida at\u00e9 que as picapinhas, que s\u00e3o bem mais baratas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com o modelo, a Fiat inovou n\u00e3o apenas no segmento de atua\u00e7\u00e3o, mas na f\u00f3rmula.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em vez de tentar brilhar em um segmento tradicional, a marca praticamente criou uma nova categoria. Assim, n\u00e3o tem de desafiar carros que s\u00e3o nomes tradicionais do mercado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ela simplesmente n\u00e3o tem concorrentes de peso. Ao menos por enquanto. Para ler a an\u00e1lise detalhada sobre as raz\u00f5es do sucesso da Toro, <a href=\"http:\/\/jornaldocarro.estadao.com.br\/primeira-classe\/toro-ja-e-maior-que-fiat\/\" target=\"_blank\">clique aqui<\/a>. (Jornal do Carro)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornal do Carro &nbsp; O Jornal do Carro inicia hoje a s\u00e9rie semanal Fiascos hist\u00f3ricos. 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