{"id":16384,"date":"2017-04-24T08:43:06","date_gmt":"2017-04-24T11:43:06","guid":{"rendered":"http:\/\/dana.com.br\/canaldana\/?p=16384"},"modified":"2017-04-24T08:43:19","modified_gmt":"2017-04-24T11:43:19","slug":"carretera-panamericana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2017\/04\/24\/carretera-panamericana\/","title":{"rendered":"Carretera Panamericana"},"content":{"rendered":"<p><em>O Estado de S. Paulo<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre 1928 e 1938, tr\u00eas brasileiros desbravaram 27.631 km de estradas, matas e rios de 15 pa\u00edses nas tr\u00eas Am\u00e9ricas. Em dois Fords T, eles foram do Rio a Nova York com a miss\u00e3o de projetar a Estrada Pan-Americana. Uma aventura que marcou \u00e9poca, mas \u00e9 desconhecida no Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Henry Ford j\u00e1 era um dos homens mais ricos e famosos do mundo quando, em junho de 1937, fez uma proposta a Le\u00f4nidas Borges de Oliveira, um paulista de Descalvado, tenente do Ex\u00e9rcito brasileiro. O pioneiro da ind\u00fastria automobil\u00edstica queria guardar em seu museu em Detroit os dois carros da Ford que haviam transportado at\u00e9 os Estados Unidos n\u00e3o s\u00f3 Oliveira como tamb\u00e9m o observador Francisco Lopes da Cruz e o mec\u00e2nico Giuseppe M\u00e1rio Fava. E pagaria por eles o valor que fosse.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Oliveira, por\u00e9m, se mostrou irredut\u00edvel. Era seu dever, como comandante da Expedi\u00e7\u00e3o Automobil\u00edstica Brasileira para Estrada Pan-Americana \u2013 ou Carretera Panamericana, como se diz em espanhol \u2013, trazer de volta os dois ve\u00edculos modelo T que haviam desbravado 27.631 km de estradas, picadas, matas, rios e riachos de 15 pa\u00edses nas tr\u00eas Am\u00e9ricas, incluindo partes dos Andes e da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A aventura come\u00e7ara mais de nove anos antes, em 16 de abril de 1928, quando o trio partiu do Rio de Janeiro rumo aos EUA. Oliveira era o chefe da expedi\u00e7\u00e3o, Lopes da Cruz, o respons\u00e1vel pelos equipamentos de navega\u00e7\u00e3o e Fava, o respons\u00e1vel pelo funcionamento dos dois Fords, batizados de Brasil e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Imbu\u00eddos do ideal do Pan-Americanismo, em voga na \u00e9poca, e estimulados pela pol\u00edtica do ent\u00e3o presidente Washington Lu\u00eds, cujo lema era \u201cGovernar \u00e9 abrir estradas\u201d, os tr\u00eas conquistadores tinham como miss\u00e3o descobrir, projetar e abrir a rota onde futuramente seria constru\u00edda uma rodovia interligando as Am\u00e9ricas. \u201cNenhum dos tr\u00eas tinha no\u00e7\u00e3o da dist\u00e2ncia e das dificuldades que enfrentariam, mas acabaram fazendo o maior projeto de engenharia do s\u00e9culo 20\u201d, resume Jos\u00e9 Roberto Faraco Braga, o Beto Braga, que lan\u00e7ou em 2011 o livro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Boa parte do caminho foi aberta a p\u00e1s, picaretas e bananas de dinamite. Oliveira saiu do Brasil com cartas de recomenda\u00e7\u00e3o do ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Oct\u00e1vio Mangabeira, e do embaixador americano Edwin Morgan. Ao chegar a um novo pa\u00eds, o trio costumava ir at\u00e9 o quartel local recrutar m\u00e3o de obra. Militares, policiais e civis ajudaram a abrir caminhos. \u201cEm alguns locais foram formados verdadeiros batalh\u00f5es\u201d, conta Braga. Trilhas incas e rotas de colonizadores espanh\u00f3is eram anexadas ao tra\u00e7ado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pelos 15 pa\u00edses por onde passaram, os expedicion\u00e1rios foram tratados como visitas ilustres e recebidos por multid\u00f5es. Jornais costumavam avisar de sua chegada com anteced\u00eancia e apregoavam com entusiasmo o progresso que a rodovia poderia trazer. Com isso, o trio \u2013 que entre uma cidade e outra enfrentava de frio a acidentes, de mosquitos a ataques de on\u00e7a, de doen\u00e7as a falta de combust\u00edvel \u2013 adotava por alguns dias roupa social, charutos e pose de celebridade em coquet\u00e9is e jantares oferecidos por autoridades. Neles, muitas vezes tamb\u00e9m recebiam dinheiro, ajuda para manuten\u00e7\u00e3o do carro e servi\u00e7os de correio, tel\u00e9grafo e confec\u00e7\u00e3o de mapas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em Washington, ponto final da expedi\u00e7\u00e3o, Oliveira, Fava e Lopes da Cruz foram recebidos por Franklin Delano Roosevelt, presidente dos EUA, a quem apresentaram um plano para viabilizar financeiramente a estrada. A foto do encontro na Casa Branca pode ser acessada no site da biblioteca do Congresso americano (<a href=\"http:\/\/www.loc.gov\" target=\"_blank\">www.loc.gov<\/a>).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os brasileiros tamb\u00e9m se reuniram e posaram para fotos com os ministros Cordel Hull (Estado), Harry Woodring (Defesa) e v\u00e1rias outras autoridades. Em Cleveland, a autoriza\u00e7\u00e3o para dirigir foi assinada pelo \u201cintoc\u00e1vel\u201d Eliot Ness, o agente que perseguiu o mafioso Al Capone.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s quase dois anos nos EUA, os tr\u00eas embarcaram em Nova York de volta para o Rio de Janeiro com os dois Ford T. Chegaram 20 dias depois, em 25 de maio de 1938. Ent\u00e3o ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Oswaldo Aranha os levou para encontro com Get\u00falio Vargas no Pal\u00e1cio do Catete. Os expedicion\u00e1rios deram ao chefe do Estado Novo c\u00f3pia do projeto da estrada e receberam uma homenagem: ruas do Rio de Janeiro ganharam o nome da terra natal de cada um deles. Em Olaria, fica a Rua Bariri. No n\u00famero 251, funciona o est\u00e1dio do Olaria Atl\u00e9tico Clube. Em Madureira, est\u00e1 a Travessa Descalvado e, no bairro de Pra\u00e7a Seca, a Rua Florian\u00f3polis. Muitas d\u00e9cadas depois, em 2010, Oliveira virou nome de rua em Descalvado; em 2014, foi a vez de Lopes da Cruz batizar via de Mogi das Cruzes, onde viveu e morreu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, os expedicion\u00e1rios foram tema de reportagens e receberam convites para contar suas aventuras em entidades, como a Faculdade de Medicina e o Autom\u00f3vel Club. Com o passar dos meses, no entanto, a empolga\u00e7\u00e3o causada pela expedi\u00e7\u00e3o foi perdendo for\u00e7a e os expedicion\u00e1rios tiveram de encarar uma nova vida. Por indica\u00e7\u00e3o do marechal C\u00e2ndido Rondon, Oliveira foi nomeado c\u00f4nsul privativo do Brasil na Bol\u00edvia, cargo que ocupou por mais de 20 anos, at\u00e9 morrer, em 1965. Braga conta que o projeto do tenente, na verdade, era conseguir um trabalho no M\u00e9xico, onde esperava dar in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da estrada. J\u00e1 Lopes da Cruz e Fava rumaram para trabalhos no interior do Pa\u00eds. (O Estado de S. Paulo\/Luciana Garbin)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S. Paulo &nbsp; Entre 1928 e 1938, tr\u00eas brasileiros desbravaram 27.631 km de estradas, matas e rios de 15 pa\u00edses nas tr\u00eas Am\u00e9ricas. Em dois Fords T, eles foram do Rio a Nova York com a miss\u00e3o de projetar a Estrada Pan-Americana. 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